As habitações japonesas clássicas eram espaços vazios que se alteravam conforme conveniência. Ao amanhecer, cama, travesseiros e lençóis eram recolhidos e cediam lugar à mobília diurna. O século XXI elevou tal conceito ao plano dos edifícios e das cidades. É sabido que cidades e homens mantêm curiosa relação de simbiose - Embora fruto da imaginação humana, com o passar do tempo as cidades assumem contornos próprios, moldando os hábitos de seus habitantes. Numa arquitetura desenraizada, em que conceitos como tempo e espaço se transformam em éter, como reagirão seus moradores?
Cidade errante
Marta Vieira Bogéa
Senac
2016
248 páginas
8h 16m
ISBN-13: 9788573599114
Português Brasileiro
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