Les douze travaux d'Hercule (Légendes de la Mythologie)

    Nicolas Cauchy, Morgan

    Gautier Languereau
    2006
    48 páginas
    1h 36m
    ISBN-10: 2013912005

    "Fort comme Hercule" dit-on aujourd'hui. Douze travaux réputés irréalisables, néanmoins brillamment accomplis, rendirent ce héros grec célèbre à jamais. En effet, ni le lion de Némée, ni les terribles Amazones, ni même Cerbère, le gardien des Enfers, ne purent vaincre ce demi-dieu.

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    Mariana G. Miquelino05/02/2016Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Mais uma leitura da série "tentando aprender francês"

    Bem, já tenho esse livro há algum tempo e resolvi aproveitar as férias para lê-lo. Além de ser o período em que mais tenho tempo para os livros, é também o momento em que mais fico distante da prática do francês. Ano passado, li o "Le petit Nicolas" e a experiência foi bastante agradável. Esse ano, o escolhido foi o "Les douze travaux d'Hercule" e, apesar de ter sido menos divertida, a experiência foi bastante enriquecedora para o conhecimento do idioma. Como o próprio título deixa claro, o livro aborda de maneira bastante resumida os doze trabalhos cuja realização foi designada a Hércules. Hércules nasceu da relação entre Zeus e uma mortal. Hera, esposa do deus, irada com a traição, alimentou ao longo dos anos uma raiva profunda contra Hércules. Um dia, governado pela loucura (que, dizem, ter sido causada por Hera), Hércules acabou por matar sua mulher e seus três filhos. Buscando redenção do crime, ele é orientado pelo Oráculo de Delfos a se submeter a doze trabalhos que lhe seriam designados por seu primo, Euristeu. Assim, ao longo do livro, acompanhamos como Hércules conseguiu realizar cada uma dessas tarefas, tidas como impossíveis. Quanto à escrita, os capítulos são bem curtos e, por isso, a leitura é rápida. Contudo, embora seja um livro voltado para o público infanto-juvenil, o vocabulário foi, em diversos momentos, um pouco complicado para mim. Tive que ter sempre um dicionário ao lado. Uma coisa que me chamou a atenção é que o "passé simple" é muito utilizado na narrativa, o que, me parece, não é muito comum. Dessa forma, a leitura em si não foi muito prazerosa (e olha que eu adoro histórias da mitologia grega!), mas consegui entrar em contato com uma quantidade espantosa de palavras novas em um espaço de menos de 50 páginas. Aos que estão se aventurando no aprendizado do francês, é uma leitura que vale a pena!

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