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    Fahrenheit 451 -

    Ray Bradbury

    Reclam, Philipp, jun. GmbH
    1991
    246 páginas
    8h 12m
    ISBN-13: 9783150092705
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    Fahrenheit 451: Englischer Text mit deutschen Worterklärungen [Taschenbuch] – 1991 / von Norbert Köhn (Herausgeber), Ray Bradbury (Autor). Ungekürzte und unbearbeitete Textausgabe in der Originalsprache, mit Übersetzungen schwieriger Wörter am Fuß jeder Seite, Nachwort und Literaturhinweisen: Bei 451° Fahrenheit fängt Papier Feuer, auch das Papier in den Büchern, von denen sich Bradburys Zukunftsstaat bedroht fühlt. Feuerwehrmann Guy Montag hat mit seinen Kollegen die sinnreiche Aufgabe, Bücher aufzuspüren und zu verbrennen. Als er Clarissa kennenlernt, die ihn von der Notwendigkeit der Literatur fürs Leben überzeugt, ändert er seine Ansichten und wird zum Rebellen. [Autor -- Biografie]: Ray Bradbury gehört zu den großen Science-Fiction-Autoren Amerikas. Geboren 1920 in Waukegan, Illinois, begann Bradbury unmittelbar nach der Highschool mit dem Schreiben fantastischer Geschichten. Seinen Lebensunterhalt verdiente er sich anfangs noch als Zeitungsverkäufer, bald aber konnte er seine Erzählungen in diversen Zeitschriften veröffentlichen. 1953 wurde Bradbury mit seinem Roman „Fahrenheit 451“ schlagartig weltberühmt, nicht zuletzt auch dank der Verfilmung durch François Truffaut. Mehr als 600 Geschichten und über 30 Bücher hat der Vater von vier Töchtern seither publiziert. Aber auch außerhalb der Literatur ist Bradbury immer wieder gefragt: U. a. engagierte er sich als Experte für das Fantastische bei Disneyland Paris. Heute lebt Bradbury in Los Angeles.

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    Rafaela Debastiani02/03/2017Resenhou um livro
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    Distopia bem atual.

    Quando li 1984 (resenha aqui) comentei que pelas descrições, eu imaginava que a Coréia do Norte seria algo tipo o que é narrado no livro. Lendo Fahrenheit 451, em 2017, pós Trump assumir o governo dos EUA e negar evidências científicas, proibir agências científicas a comunicar resultados que o governo não concorda (e f… a ciência, né? o importante é o que o presidente acha…), esse livro me lembrou muito a situação atual dos EUA. A história do livro se passa em uma sociedade em que não é permitido ter livros, as casas são a prova de fogo, e os bombeiros são os responsáveis por queimar os livros. Uma sociedade em que ninguém questiona, o importante é todo mundo estar feliz. E para ser feliz, é importante não questionar. O importante é o entretenimento, proporcionado pelo governo (totalitário), que garante à população “felicidade”. O personagem principal do livro, Montag, é um bombeiro. A escolha da profissão foi tipo herança: o pai foi bombeiro, ele nunca questionou, sempre pareceu uma ótima profissão. Montag leva uma vida feliz, até encontrar Clarisse. Clarisse é uma adolescente problema, de uma família problema. Ela está sempre questionando porque as coisas são como são. Os questionamentos dela começam a atiçar a curiosidade de Montag, que aos poucos começa a se questionar sobre o mundo, a sociedade e, depois de uma situação no trabalho, sobre o que tem nos livros, qual o perigo deles, para serem proibidos. Ela não queria saber como uma coisa foi feita, mas por que. Isso pode ser inoportuno. Você pergunta “por que” sobre muitas coisas e acaba muito infeliz, na verdade, se continuar com isso. A partir daí, a trama se desenrola com Montag roubando livros, dando piti sobre entretenimento e poesia, e tentando mudar de vida. A partir de certo ponto começa a conhecer outras pessoas que foram instruídas antes do regime e que ainda apreciam e protegem livros. É um clássico, foi escrito no pós Segunda Guerra Mundial (1953). É impossível ler Fahrenheit e não pensar em 1984 e Admirável Mundo Novo.

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    Ray Douglas Bradbury

    Ray Douglas Bradbury (Waukegan, 22 de agosto de 1920) é um escritor de contos de ficção-científica norte-americano de ascendência sueca. Foi o terceiro filho de Leonard e Esther Bradbury, por causa do trabalho de seu pai (Técnico em instalação de linhas telefônicas), viajou por muitas cidades dos EUA, até que em 1934 sua família fixou residência em Los Angeles, Califórnia. Alguns pseudônimos usados por Ray Bradbury: Doug Rogers, Ron Reynolds, Guy Amory, Omega, Anthony Corvais, E. Cunningham, Brian Eldred, Cecil Cunningham, D. Lerium Tremaine, Edward Banks, D.R.Banet, Willian Elliot, Brett Sterling, Leonard Spaulding, Leonard Douglas, Douglas Spaulding.

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    Ray Douglas Bradbury