Já estou ficando meio enjoada dessa série, talvez eu não seja muito justa. Na verdade eu estou interessada no último livro, o que fala sobre o duque Bewcastle, o irmão mais velho, que é o mais arrogante de todos, só que antes tenho que passar por mais esse. Amo ver os arrogantes quebrando a cara.
E esse conta a história do lorde Alleyne, que no livro anterior foi dado como morto. O que na verdade aconteceu é que na batalha de Waterloo ele foi ferido e quando caiu do cavalo bateu a cabeça e perdeu a memória.
Alleyne foi salvo por Rachel que recolhia espólios da batalha. E ele ficou com ela, mais um sargento que o ajudou e quatro prostitutas em um bordel. Rachel não era prostituta. Rachel tinha umas joias de herança para receber quando ela completasse 25 anos, ela estava com 22 anos, ou quando se casasse, mas o noivo tinha que ser aprovado pelo tio, um barão. Só que, assim como ela, as quatro mulheres foram enganadas por Nigel, que se fez passar por pretendente de Rachel e roubou todo o dinheiro delas.
Como Alleyne, que recebeu o novo nome de Jonathan, junto com as mulheres armaram um plano de um casamento fictício para enganar o barão e conseguir as joias para poder ir atrás do Nigel, o ladrão sem vergonha. Tudo isso porque Alleyne se sentia em dívida com Rachel e já estava apaixonado por ela, na verdade.
Chegando na casa do tio não era nada daquilo. Rachel formou uma ideia totalmente errada do barão, inclusive foi ele quem ajudou a encontrar o salafrário do Nigel. Nesse meio tempo Alleyne começou a se lembrar de quem realmente era.
Aí teve uns mimimi da Rachel, uns mimimi do Alleyne. Legal foi o final das mulheres que ajudaram Rachel e Alleyne, gostei desses personagens. Bom também foi a nova organizada de mente de Alleyne, a perda de memória trouxe a ele uma experiência de crescimento.
Lindo foi a volta dele para casa. Tá bom, confesso, chorei.
Foi um bom livro, apesar da minha pouca paciência.
E foi assim.
Bjoo.