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    The Joy of Life (Rougon-Macquart #12) -

    Émile Zola

    Mondial
    2006
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-13: 9781595690470
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    Pauline Quenu, the daughter of shopkeepers in the Parisian business district Les Halles (see The Fat and the Thin, aka The Belly of Paris), is taken in by relatives on the coast of Normandy following the death of her parents. There, Pauline - kind and open-minded - is confronted with a gout-plagued host, his avaricious wife, and their lazy son, a morbid hypochondriac, whom she is expected to marry. While the family takes advantage of Pauline, using up the inheritance her parents left to her, Pauline is gradually transformed into a dejected and resigned young woman. Death and accident soon hang over the small house on the Norman coast

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    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto09/08/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O décimo segundo volume da série Les Rougon-Macquart, o romance opõe a personagem de Pauline, que ama a vida, à de Lazare, corroída pelo medo da morte. A ação se passa na Normandia, em uma pequena vila portuária chamada Bonneville. A heroína, Pauline Quenu, filha de Lisa Macquart e do açougueiro Quenu (ver Le Ventre de Paris), órfã aos dez anos, é confiada aos primos de seu pai, os Chanteaus. O Sr. e a Sra. Chanteau, assim como seu filho Lazare, são encarregados da fortuna de Pauline; eles são movidos por Pauline e querem a princípio não desperdiçar sua fortuna. Depois de ter sido bastante ambiciosa para o marido, a Sra. Chanteau é muito ambiciosa para o filho que, para seu grande pesar, só se interessa por música. Mas Pauline revela um defeito: o ciúme. Quando a filha de uma amiga falecida da Sra. Chanteau, Louise, chega e as atenções de toda a família, incluindo Lazare, estão voltadas para ela, Pauline tem um acesso de raiva contra Mathieu, o cachorro, a quem ela bate com brutalidade. Lazare decide então, por influência de Pauline, iniciar os estudos médicos, mas sai de casa.

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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