O Spleen de Paris dá-nos a sua visão da mais sinuosa das grandes capitais, onde até o horror se torna encantamento. Baudelaire fala-nos, nestes seus poemas em prosa, dos solitários, das viúvas, dos jardins, das manhãs e dos crepúsculos sobre o fundo babélico de Paris. Mas sobretudo conta-nos a história de um amor finalmente correspondido, expresso no seu poema inacabado "Ode a paris Vista do Alto de Montmarte".






