Hei-de avisar da chegada dos navios enquanto os corvos se comprazem riem, sábios e velhos, das construções portuárias. Saberão porquê. Em terra não há conselhos que valham e no mar simulam ser gays, os marujos, tisnados que chegaram, a salvo, perto das terras do Cristo rei. Não há conselhos para ninguém. É sempre na preia-mar: as viagens desfalecem. Abrigo, dirão os da proa. Naufrágio, os de debaixo da ponte"
