Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores243
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Dialética Negativa -

    Theodor Adorno

    Jorge Zahar
    2009
    351 páginas
    11h 42m
    ISBN-13: 9788537801437
    Português Brasileiro
    3.9
    21 avaliações
    Leram45Lendo9Querem184Relendo0Abandonos5Resenhas1
    Favoritos2Desejados184Avaliaram21

    Dialética Negativa é uma das obras fundamentais de Adorno e, dentre os seus trabalhos mais sistêmicos, é o mais bem acabado. Na origem, dever-se-ia constituir em um dos três pilares do pensamento do filósofo, juntamente com Teoria Estética e um projeto sobre filosofia moral, que nunca chegou a ser concretizado. Inscrita na tradição da Teoria Crítica, a Dialética Negativa recupera a questão central dessa vertente: a emancipação do homem. Para atingir essa emancipação, contra os vetores opressivos da sociedade moderna, Adorno retoma o método filosófico inicialmente apresentado por Hegel: a dialética. No entanto, Adorno inverte o princípio mesmo de funcionamento deste método. Em vez de basear o conhecimento humano sobre a identidade (na consciência) entre os objetos e o sujeito pensante (como Aufhebung em Hegel), a dialética de Adorno é um conhecimento agudo da não identidade entre sujeito e objeto. Em outras palavras, a dialética negativa é a consciência dessa diferença e da impossibilidade abarcar o todo por meio do simples pensamento.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Doney Corteletti Stinguel picture
    Doney Corteletti Stinguel12/05/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Lista de Livros: Dialética Negativa – Theodor W. Adorno

    Parte I: “Pensar é, já em si, antes de todo e qualquer conteúdo particular, negar, é resistir ao que lhe é imposto.” * “Na filosofia a autêntica questão quase sempre encerra, em certa medida, sua resposta. Ela não conhece, como é o caso da pesquisa, uma relação consecutiva de “antes e depois” entre a pergunta e a resposta. Ela precisa modelar a sua pergunta segundo aquilo que experimentou para poder recuperá-lo. Suas respostas não são dadas, feitas, geradas: nelas reaparece a questão desdobrada, transparente.” * Mais do blog Lista de Livros em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2020/03/dialetica-negativa-parte-i-theodor-w.html XXXXXXXXXXXXXXXXX Parte II: “Isso permite então o veredicto sobre a sociologia. Ela se desfigura, tal como antes a psicologia em Husserl, em uma relativização extrínseca à coisa mesma que danifica o trabalho sólido do pensamento: como se a história real não estivesse gravada no cerne de tudo aquilo que é preciso conhecer; como se todo conhecimento que resiste de maneira séria à reificação não colocasse as coisas enrijecidas em fluxo, não tomasse consciência por meio daí da história presente nelas. Por outro lado, a ontologização da história permite uma vez mais atribuir ao poder histórico irrefletido a potência do ser e, com isso, justificar a subordinação a situações históricas, como se elas fossem impostas pelo próprio ser.” * * Mais em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2020/03/dialetica-negativa-parte-ii-theodor-w.html XXXXXXXXXXXXXXXXX Parte III: “O pudor ordena à filosofia não reprimir a intelecção de Georg Simmel segundo a qual é espantoso o quão pouco os sofrimentos da humanidade são observados na história da filosofia.” * “Cabe à filosofia pensar aquilo que é diverso do pensamento e que o transforma pela primeira vez em pensamento, apesar de o seu demônio persuadi-lo de que isso não deve ser.” * Mais em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2020/03/dialetica-negativa-parte-iii-theodor-w.html XXXXXXXXXXXX Parte IV: “Não há nenhuma história universal que conduza do selvagem à humanidade, mas há certamente uma que conduz da atiradeira até a bomba atômica.” * “Aquilo que se prefere chamar de angústia e que é dignificado como um existencial não passa de uma claustrofobia no mundo: no sistema fechado. Ela perpetua o encanto sob a forma da frieza que reina entre os homens, uma frieza sem a qual a desgraça não poderia se repetir. Quem não é frio torna-se frio (como o assassino torna fria a sua vítima, segundo a figura de linguagem vulgar) e deve se sentir condenado. Com a angústia e o seu fundamento, talvez desaparecesse também a frieza. Na frieza universal, a angústia é a figura necessária da maldição que pesa sobre aqueles que padecem dela.” * Mais do blog Lista de Livros em:

    25 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 21
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas0%
    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno profile picture

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno (Frankfurt am Main, 11 de setembro de 1903 — Visp, 6 de agosto de 1969) foi um filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão. É um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt, juntamente com Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse, Jürgen Habermas e outros.A Filosofia de Theodor Adorno, considerada uma das mais complexas do século XX, fundamenta-se na perspectiva da dialética. Uma das suas importantes obras, a Dialética do Esclarecimento, escrita em colaboração com Max Horkheimer durante a guerra, é uma crítica da razão instrumental, conceito fundamental deste último filósofo, ou, o que seria o mesmo, uma crítica, fundada em uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do sistema capitalista (que Adorno chama de "indústria cultural"). Também uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico.

    36 Livros
    104 Seguidores
    Frankfurt, Alemanha

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno