Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores3
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed

    Jay Margolis, Richard Buskin

    Skyhorse Publishing
    2014
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9781510702349
    4
    1 avaliação
    Leram1Lendo0Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados2Avaliaram1

    Marilyn Monroe died under suspicious circumstances on the night of August 4, 1962. In "The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed," renowned Marilyn Monroe-expert Jay Margolis and "New York Times" bestselling author Richard Buskin finally lay to rest more than fifty years of wild speculation and misguided assertions by actually naming the screen goddess's killer. At the same time, they use the testimony of eyewitnesses to describe exactly what took place inside her house on Fifth Helena Drive in Los Angeles's Brentwood neighborhood. Implicating Bobby Kennedy in the commission of Monroe's murder, this is the first book to name the LAPD officers who accompanied the attorney general to her home, provide details about how the Kennedys used bribes to silence one of the ambulance drivers, and specify how the subsequent cover-up was aided by a noted pathologist's outrageous lies. This blockbuster volume blows the lid off the world's most notorious and talked-about celebrity death, and in the process also exposes the third gunman in the pantry who delivered the fatal bullet to the back of RFK's headand the third gunman's female accomplice who, until now, has only been known to the LAPD and the FBI as "the girl in the polka-dot dress." Skyhorse Publishing, as well as our Arcade imprint, are proud to publish a broad range of books for readers interested in history--books about World War II, the Third Reich, Hitler and his henchmen, the JFK assassination, conspiracies, the American Civil War, the American Revolution, gladiators, Vikings, ancient Rome, medieval times, the old West, and much more. While not every title we publish becomes a "New York Times" bestseller or a national bestseller, we are committed to books on subjects that are sometimes overlooked and to authors whose work might not otherwise find a home.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Ana Luiza Voigt Guimarães picture
    Ana Luiza Voigt Guimarães22/07/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Foi assassinato, caso encerrado.

    Essa história pode parecer outra obra da teoria da conspiração, mas... depois de ler várias biografias que denunciam seriamente a sujeira que envolvia os Kennedy, todas com respaldo em documentos hoje desclassificados e entrevistas de testemunhas, tudo fica mais plausível e torna-se até esperado. Na agenda dos Kennedy, muitos nomes estavam marcados para morrer. O que os impediria de "encomendar" uma atriz irritante que sabia demais? Muito fácil, especialmente sendo ela famosa por "desequilíbrios emocionais e tendências suicidas" (afirmações que, creio eu, foram providencialmente exageradas para que o acobertamento fosse "digerido" pelo público de maneira mais fácil e duradoura). Aqui, os autores identificam Bobby Kennedy como o "mandante" do crime. Aliás, o membro da família Kennedy mais obcecado com os planos de assassinato (que envolviam nomes do alto escalão de certos governos e contava com a ajuda ostensiva da máfia), e o primeiro também a correr para encobrir a promiscuidade do então presidente, era, justamente, seu irmão Bobby. Não era pouca coisa que ele tratava de encobrir, contando com seus assessores e os contatos antigos do [extremamente corrupto] patriarca Joe Kennedy. Eles contavam inclusive com a conivência da imprensa. Edward (Teddy), o caçula Kennedy, também não era "flor que se cheirasse". Vide o incidente de Chappaquiddick, resultando na morte de Mary Jo Kopechne, afogada, presa no carro que submergiu. Era culpado pela tragédia, porém, na justiça, não deu em n.a.d.a., punição zero... Quem quiser saber mais sobre o episódio, há um filme recente, produção de 2018: "O Legado Kennedy", dirigido por John Curran. Eu não assisti, mas dizem que o filme "puxa sardinha" para Teddy... Esses crimes, intencionais ou não, não eram um privilégio dos Kennedy. Eram (e são), simplesmente, parte do jogo dos muito ricos obcecados por poder. __________ O ASSASSINATO DE MARILYN MONROE – EVOLUÇÃO DOS FATOS •  4 de agosto de 1962 - JFK tem um caso duradouro e antigo com Marilyn Monroe. - JFK envia seu irmão, Robert Kennedy (RFK) para dizer a ela que não o procure mais. - Então, Bobby se envolve amorosamente com Marilyn. - Simultaneamente, Marilyn dorme com seu psiquiatra, Dr. Ralph Greenson. - RFK termina seu caso com Monroe - Monroe se sente rejeitada e ameaça contar inúmeros segredos que ouviu dos Kennedy. - Quatro testemunhas veem RFK visitar Monroe na tarde de 4 de agosto de 1962 - As testemunhas escutam os dois discutindo e Monroe ameaça ir a público com o conteúdo de seu "Diário Vermelho" - RFK mente para Ralph Greenson, afirmando que Marilyn pretende contar ao público que dorme com o próprio psiquiatra, e acrescenta: "Marilyn precisa ser silenciada”. - Quatro testemunhas veem RFK retornar à casa de Marilyn, no mesmo dia, acompanhado do ator Peter Lawford e dos parceiros do LAPD (Polícia de Los Angeles): Archie Case e James Ahern. - Case e Ahern sedam Monroe e a carregam desacordada para a casa de hóspedes, enquanto Bobby e Lawford procuram o tal “Diário Vermelho”. - Mais tarde, Monroe é encontrada inconsciente e sua governanta Alice Murray, chama uma ambulância. - Quando James Hall chega à residência, encontra Monroe viva, quase em coma, mas a tempo de ressuscitá-la com procedimentos paramédicos. - As manobras de reanimação do paramédico estão fazendo efeito, quando Ralph Greenson chega à casa e diz ser o médico da atriz. - Greenson interrompe as tentativas de ressuscitação de Hall e injeta, de maneira insegura, uma injeção diretamente no coração. - Acreditando ser uma Injeção intracardíaca com adrenalina, Hall não se pronuncia (ele não tinha autoridade para tal, visto que Greenson se autoproclamara médico da paciente). Porém, a coloração do líquido na seringa não lhe parece ser adrenalina diluída. - Hall percebe que, logo após a injeção, a atriz morre. - O médico (verdadeiro) de Monroe, Dr. Hyman Engelberg, finalmente chega, e a declara morta. Contudo, a morte só é anunciada quatro horas após a constatação.  - Mais tarde, quinze frascos de prescrição são encontrados na mesa de cabeceira do quarto, todos vazios, tampados e sem impressões digitais. Também não há água no quarto e nem vômito da vítima. - A autópsia não revela resíduos de cápsulas no estômago ou nos intestinos e evidencia que alguns órgãos apresentam níveis extremamente elevados de Nembutal, acima do que todas as receitas médicas da atriz poderiam de fato causar. - O médico legista se recusa a assinar o atestado de óbito como sendo suicídio. Mais tarde, sob pressão, registra "Provável Suicídio". - As pessoas diretamente envolvidas são interrogadas e fazem declarações inconsistentes e contraditórias. Algumas simplesmente não foram encontradas, algumas viajam para Europa e lá ficam por longo tempo. - Anos depois, a governanta, Srª Murray, reclma que não tem mais que “encobrir o caso”, e admite que Bobby esteve na residência de Marilyn no dia de sua morte. - Pouco antes de falecer, Peter Lawford admitiu estar envolvido no assassinato de Marilyn Monroe. __________ Jay Margolis passou cinco anos pesquisando a estranha morte de Marilyn Monroe. Ele e Richard Bushkin apresentam os resultados desta investigação em “The Murder of Marilyn Monroe - Case Closed”. Todos os acontecimentos discriminados nos itens acima são exaustivamente explicados, bem documentados... e convincentes. Margolis e Bushkin afirmam que o comentário de Bobby ("Marilyn tem que ser silenciada") foi uma estratégia para manipular Greenson, levando-o a assassiná-la via injeção cardíaca Monroe, embora a afirmação seja sem verificação. Além disso, a existência do “Diário Vermelho” pode ser questionada, mas, na verdade, os quatro estiveram na casa de Marilyn por um período considerável de tempo - talvez procurando algo? De maneira abrangente, Margolis e Bushkin apresentam uma investigação convincente e expõem muitas evidências embasadas de que Marilyn Monroe foi assassinada, e de que Robert Kenneny e Ralph Greenson foram os perpetradores.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 1
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas100%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%