AMOR, IMBATÍVEL AMOR. (SÉRIE PSICOLÓGICA JOANNA DE ÂNGELIS #9) - Edição Comemorativa dos 25 anos da Série Psicológica

    DIVALDO PEREIRA FRANCO, ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS

    LEAL
    2014
    248 páginas
    8h 16m
    ISBN-13: 9788582660782
    Português Brasileiro

    Edições (3)

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    Carina08/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte. Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia. Nunca perece, porque não se entibia nem se enfra­quece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida. Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver. É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas. Quando aparente ? de caráter sensualista, que bus­ca apenas o prazer imediato ? se debilita e se envene­na, ou se entorpece, dando lugar à frustração. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de ener­gias e de formação angustiante. A ambição, a posse, a inquietação geradora de in­segurança ? ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobran­ça de carinhos e atenções ?, a necessidade de ser ama­do caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado. A confiança, suave, doce e tranqüila, a alegria na­tural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro. Mesmo que se modifiquem os quadros existenci­ais, que se alterem as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, in­destrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a pró­pria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de jú­bilos e de paz. Expande-se como um perfume que impregna, agra­dável, suavemente, porque não é agressivo nem em­briagador ou apaixonado... O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratifi­cações que o amado oferece. O amor deve ser sempre o ponto de partida de to­das as aspirações e a etapa final de todos os anelos hu­manos. O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doan­do, na Sua condição de Amante não amado. Trecho do livro. Amor Imbatível Amor. Divaldo Franco. Joana de Angeles.

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