Judeus no Brasil: Como a mulher judia enfrentou a perseguição da Igreja Católica para manter suas tradições religiosas. Cervantes além de Dom Quixote. A redescoberta de Istambul. O Cinema de Kim Jong-Il. Como Fazíamos sem: Ortografia.
Aventuras na História Nº 154 (Maio de 2016) - Judeus no Brasil
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Ver maisGostaria de ter lido mais coisas sobre a Inquisição nessa reportagem. Tenho uma dúvida. O conhecimento popular diz que o Frei Henrique, que celebrou a primeira missa no Brasil, no regresso a seu país se tornou inquisidor e teria sido o primeiro a condenar um judeu em Portugal nas terríveis práticas da inquisição. Será que isso procede? A história cita um bispo inquisidor chamado Henrique de Coimbra algum tempo depois da missa no Brasil. Será a mesma pessoa? Esperava que a reportagem me ajudasse no questionamento. Voltando ao texto da revista, essas histórias são sempre terríveis e a cada leitura que faço somam-se pequenos e terríveis detalhes nessa miséria, que foi impiedosa e terrorista. Legal também a reportagem sobre o Cervantes, que teve uma vida conturbada como um D. Quixote, no sentido de fatos inusitados. Foi perseguido, condenado, se envolveu em duelo e guerra, e sua obra prima teve várias interpretações. Essa de que seria homoafetiva para mim é nova e não reconheço isso. Muito triste a representação da morte de Jane Grey. E na adolescência... Por motivos tão escusos e interesseiros como os existentes na reportagem da Inquisição. Política e Religião muitas vezes misturam-se nisso. Eita! Quer dizer que as guerras são importantes para o desenvolvimento das sociedades! Há uma argumentação que parece coerente, mas para mim não é um fato que se encaminhe para esses fins. Guerra é interesse buscado por uma minoria, a custo da desgraça da maioria. Já vi autor falar até que é importante para que o amor cresça. Só maluquice. A lista dos "10 mais" fala de desastres ecológicos. Poderiam fazer uma só do Brasil. No meu Estado (AP) o que mais repercutiu foi o fim da pororoca no rio Araguari devido a ação danosa de três hidrelétricas e manejo inadequado na bubalinocultura. Também estranho que as bombas atômicas da Segunda Guerra não apareçam na lista. Talvez por lembrarem mais da questão humanitária, mas os impactos ambientais foram terríveis também. Curioso que quando falam de desastres nucleares costumam mencionar indices mais elevados de radiação que as bombas atômicas, mas nenhum desses desastres matou mais que elas. Finalizando, gostei também do comentário de um leitor na seção de cartas, sobre a reportagem na edição anterior sobre o terrorismo e suas inspirações. Concordo com o que disse sobre lançar a culpa no Ocidente. Oras, os terrorista baseiam-se é em seus interesses pessoais e egoístas, nada mais que isso. Isso de buscarem culpa no Ocidente é só desculpa para suas sagazes ideologias.
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