A Grande Esperança - Por que existes?

    Charles Robert Richet

    LAKE - Livraria Allan Kardec Editora
    1976
    210 páginas
    7h 0m
    ISBN-10: 8573601280
    Português Brasileiro

    O eminente sábio da Sorbonne, um dos espíritos mais notáveis que o mundo tem possuído e admirado, tanto como cientista, filósofo, homem de letras e sociólogo, o Prof. Charles Richet é hoje uma das figuras mais prestigiosas nos domínios da Metapsíquica e, por que não dizer, o maior mestre do espiritualismo experimental, que tanto alento continua derramando nas almas torturadas pelo ceticismo e pelo negativismo intransigentes, obscurecidos pelo preconceito nocivo das afirmativas a priori. A Grande Esperança é apresentada aos estudiosos dos problemas da sobrevivência da alma humana, chamados à razão pela constatação positiva dos chamados fatos não habituais. A Grande Esperança, do Prof. Charles Richet, é com certeza mais uma contribuição para a divulgação dos fatos paranormais.

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    Golbery Capistrano11/08/2016Resenhou um livro
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    "A Metapsíquica é a Grande Esperança"

    Escrito por Charles Richet, um fisiologista médico francês que se interessou por fenômenos paranormais, o livro é divido em duas partes: "Por que existes?" e "A Grande Esperança". Sendo ganhador do prêmio Nobel de fisiologia, o autor tem uma densa formação científica. No entanto, seu estilo de texto ao longo do livro é mais literário que científico ou filosófico. Na primeira parte ele tenta provocar no leitor reflexões sobre o sentido da vida, sobre a nossa noção de finitude e sobre o sentido da criação de nossos laços afetivos. Em algum momento, há comentários que poderiam soar como especicistas, machistas, homofóbicos, racistas e eurocêntricos. Talvez o autor estivesse marcado por pensamentos típicos daquela época na Europa. Na segunda parte o livro trata de fenômenos inabituais na ciência de forma geral, na biologia, no "conhecimento" (na cognição) e no mundo material. Richet tenta apresentar diversos fenômenos paranormais que escapariam da explicação científica tradicional. Ele avalia a hipótese espírita de que por trás de tais fenômenos estariam espíritos e que estes seriam pessoas que já viveram sobre a Terra e que nós humanos seríamos espíritos encarnados, que já teríamos vivido várias vezes animando corpos diferentes. No entanto, Richet rejeita essa hipótese percebendo ela como "grosseira", "medíocre" e "ingênua", mesmo que ele mantenha respeito por vários outros cientistas estudiosos do espiritismo. Já em uma outra hipótese, há um desconhecido nesses fenômeno que ainda não somos capazes de compreender. É o conhecimento desta área que provocaria na humanidade uma mudança de compreensão de si. Por fim, ele defende que a Grande Esperança não está nas ciências tradicionais, mas na Metapsíquica.

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