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    Perdida y La Pasajera -

    Juana de Ibarbourou

    VITRUVIO
    2013
    18 páginas
    36m
    ISBN-13: 9788494154522
    Espanhol
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    Paradójicamente, dos de las obras más importantes de la producción ibarboureana han sido al mismo tiempo las menos conocidas y frecuentadas: Perdida y La Pasajera fueron publicadas en Argentina y España, difundiéndose y circulando menormente en su país. Esos dos títulos, incluso sumando Diario de una isleña, se conocieron poco en Uruguay, de manera fragmentaria en antologías, y la noticia de sus traducciones tampoco tuvo la merecida atención.Se hace justicia entonces con esta última etapa dentro de la producción poética de Juana Fernández Morales, nuestra Juana de América.

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    Juana Fernández Morales

    Nascida em 1892, embora ela mesma dissesse ter nascido em 1895, Juana Fernández Morales casou-se com o capitão Lucas Ibarbourou aos vinte anos de idade. Seu pai era espanhol, de origem galega, nascido em Lourenzá, província de Lugo — cuja biblioteca municipal leva o nome da poetisa —, e sua mãe pertencia a uma das famílias mais antigas do Uruguai. Notabilizou-se na língua espanhola por suas primeiras coleções de poemas, sendo comparada às poetisas igualmente importantes Gabriela Mistral e Alfonsina Storni. Foi eleita membro da Academia de Letras do Uruguai em 1947, e em 1959 foi-lhe concedido o Prêmio Nacional de Literatura. Marcadas pelo modernismo, suas obras tematicamente exaltam a maternidade, a beleza física, o erotismo e a natureza, com certo lastro retórico. Em 1937, ela viveu em Tacuarembó, no norte do país, por cerca de seis meses, a convite da população local. Sua ampla popularidade fê-la merecedora do apelido Juana de América, que foi utilizado em uma homenagem oficial em 1929. Por sua parte, ela se denominou "filha da natureza". Em 1932, Juana de Ibarbourou inspirou um concurso pelo qual se criou a bandeira do povo hispânico.

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    Montevidéu, Uruguai

    Juana Fernández Morales