Gerrard não é flor que se cheire. Ele aprontou todas com o irmão no livro anterior. Ele bebe, arruma briga, se deita com as mulheres, depois bebe de novo, briga outra vez e fica caído na lama no caminho pra casa. Acho que deu para entender o tipo da pessoa.
Desde o casamento do irmão, Roland (A Noiva do Cavaleiro - Históricos 166), que ele achava ser incapaz de arrumar uma mulher que o aturasse, a visão que Gerrard tem de mundo e dele mesmo mudou um pouco. Fez as pazes com irmão e ficou um tantinho mais responsável. E está tentando não arrumar tanta briga e ficar tão bêbado quanto antes.
Celeste, conhece Gerrard desde a infância, e foi por causa das brigas deles que ela foi mandada para o convento e para domar o gênio forte. Agora, ela está de volta pra resolver as pendências causadas pela morte da irmã, e apesar do hábito de freira, o gênio forte continua o mesmo.
Eles fazem um bom par de cabeçudos. Nenhum dos dois faz o tipo certinho, ambos tem defeitos bem marcantes, e não mudam da água para o vinho de uma hora para outra.
Eu posso dizer que gostei do casal justamente por conta dos defeitos que ambos apresentaram durante a história, se bem que teve horas que eu tive vontade de dar uns petelecos em um ou no outro, para largar a mão se ser tão irritantes.
Ainda tem um misteriozinho que começou no livro anterior, com a morte da irmã da mocinha e que vai ser solucionado nesse livro, e eu posso dizer que não esperava por nada disso, quando eu li a historia anterior eu achei que tinha ficado bem claro o que havia acontecido, mas parece que autora resolveu movimentar as coisas nessa história.