Partes muito boas e ruins
Esqueci de escrever a resenha antes, então vou tentar resumir o que não pode ser resumido. A primeira parte desse livro é muito boa; mostra o desenvolvimento dos personagens em relação ao primeiro livro, mostra diferenças culturais de vários lugares e classes sociais, com Lvothe sempre no meio de tudo, vivendo o mundo para conhecê-lo. Para mim, a magia dele, um poder aparentemente exagerado, é justificada pelo esforço e o conhecimento que ele tem, que vai muito além de qualquer coisa que a Universidade possa ensinar sozinha. Porém, na segunda parte, quando ele "se torna um homem" eu sinto que, na verdade, ele só abriu mão dos seus valores, esqueceu-se de seu verdadeiro amor por achá-lo difícil demais, e aí Kvothe perdeu, para mim, todo o seu heroísmo.

