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    O pirotécnico Zacarias -

    Murilo Rubião, Humberto Werneck

    Companhia das Letras
    2006
    120 páginas
    4h 0m
    ISBN-10: 853590865X
    Português Brasileiro
    4
    285 avaliações
    Leram519Lendo24Querem213Relendo0Abandonos4Resenhas17
    Favoritos17Desejados213Avaliaram285

    Murilo Rubião é hoje um clássico do conto brasileiro do século XX, afirma o professor Jorge Schwartz. A mesma certeza terá o leitor ao ler os onze contos deste livro, em que se confirma o espantoso poder que tem Murilo de narrar, como se fossem fatos corriqueiros, acontecimentos os mais inusitados - por detrás dos quais, no entanto, descobrimos realidades bem familiares. Como na história só aparentemente absurda do pirotécnico que, morto, segue vivendo. Ou do coelhinho que aborda o narrador com um pedido de cigarro e, mutante, se insinua em sua vida. Ou ainda no desespero do mágico devorado por sua própria capacidade de operar prodígios. O pirotécnico Zacarias, com posfácio de Jorge Schwartz, é uma excelente porta de entrada para a obra de um dos grandes ficcionistas brasileiros do século XX, um escritor que antecipou em muitos anos a voga do realismo fantástico. Com organização de Humberto Werneck, todos os contos de Murilo Rubião foram reunidos em três volumes de edição caprichada (O pirotécnico Zacarias, A casa do girassol vermelho e O homem do boné cinzento), cada um deles com um prefácio do organizador, um posfácio de um crítico renomado, fotos, cronologia e bibliografia. O pirotécnico Zacarias inclui os contos O pirotécnico Zacarias (1947), O ex-mágico da Taberna Minhota (1947), Bárbara (1947), A cidade (1947), Ofélia, meu cachimbo e o mar (1947), A flor de vidro (1953), Os dragões (1965), Teleco, o coelhinho (1965), O edifício (1965), O lodo (1974) e A fila (1974).

    Edições (3)

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    Resenhas (17)Ver mais
    vanessa ferreira picture
    vanessa ferreira23/08/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Resumindo: Murilo Rubião é um mineiro muito doido que criou um mundo a parte e tacou os personagens dele ali, ao Deus dará. Não tão abandonados, claro. Colocou um pouquinho de faz de conta, um pouco da realidade brasileira quase fantástica de tão absurda. É quase um Cortázar tupiniquim Obs: Aos que lerem esse e os outros de Rubião vão perceber que em todos os contos, as epígrafes são retiradas da Bíblia. Era porque, segundo Rubião, a biblia sagrada é o maior livro de contos fantásticos que já existiu.

    12 curtidas

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    • 5 estrelas42%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas2%
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    Murilo Rubião

    Eugênio Murilo Rubião nasceu em Carmo de Minas. Fez seus primeiros estudos em Conceição do Rio Verde e conclui-os depois em Belo Horizonte. Ingressou na Faculdade de Direito, formando-se em 1942. O jornalismo sempre o seduziu, tornou-se redator da Folha de Minas e diretor da Rádio Inconfidência. Em 1947, lançou seu primeiro livro de contos, O ex-mágico, que não teve maior repercussão na época. A partir de então, ingressou no mundo da política, sempre como assessor. Em 1951, ocupou a função de chefe de gabinete do governador Juscelino Kubitschek. Entre 1956 e 1961, exerceu o cargo de adido cultural do Brasil na Espanha. Em 1966 foi designado para organizar o suplemento literário do jornal O Estado de Minas Gerais, que se tornou um dos melhores órgãos de imprensa cultural já surgidos no país

    21 Livros
    74 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Murilo Rubião