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    Imperfeição (A Verdadeira Morte #2) -

    Rennan Andrade

    Amazon
    2016
    8 páginas
    16m
    ISBN-10: B01D6YFNDK
    Português Brasileiro
    4
    8 avaliações
    Leram1Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados1Avaliaram8

    Talvez nossas imperfeições sejam o motivo para que nós, humanos, sejamos tão perfeitos. Porque não importa o quanto a pessoa que a gente ame diga que somos perfeitos e o quanto isso nos faça sentir especiais. Todos sabemos que, lá no fundo, por mais que o outro queira, isso nunca é verdade. A única verdade, nessas situações, é o amor. Um amor que é capaz de cegar de uma maneira tão forte que acabamos por nos apaixonar, não só pelo que há de bom na pessoa amada, mas também por suas imperfeições. Arthur é imperfeito de seu próprio modo: é antissocial, calado, e vive num mundo que parece ser apenas dele. Apesar disso, eu não acho que eu o teria amado tanto caso ele fosse melhor que isso. No começo, o tempo estava ao meu favor; no fim, nem tanto... Essa foi minha vida junto a Arthur... — Jéssica Mendes.

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    Isabela Castro picture
    Isabela Castro03/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    E se...

    Jéssica é uma adolescente. Ela está no ensino médio e é completamente apaixonada por um carinha da sua sala chamado Arthur. Mas, quem disse que ela tem coragem de falar com ele?! Porém, ele acaba percebendo o interesse da menina e quando tudo parece que finalmente vai acontecer uma tragédia acontece. "Sabia que estava sendo dramática, mas amar é pedir para fazer drama. Pode ser um amor platônico, um amor passageiro, um amor que não levará a nada, mas sentir aquilo não era normal." Dessa vez Rennan nos leva a refletir sobre o grande "E se..". E se eu tivesse feito algo diferente naquele dia? E se...? É muito cruel como às vezes nos culpamos (ou culpamos alguém) por algo que não temos o menor controle...

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    Rennan Andrade profile picture

    Rennan Andrade

    Você já sentiu como se estivesse destinado a fazer algo? Como se cada célula do seu corpo te empurrasse para um único objetivo? Quando sua mente consegue pensar em uma única coisa e esta se torna o razão do seu respirar, isto é, sua maior paixão? Bem, eu sempre me senti assim, mesmo que não conseguisse identificar o que era isso quando mais novo. Inicio esse texto com esta afirmação pois esta é, sem sombra de dúvida, a primeira coisa que você, leitor desconhecido, precisa saber sobre mim: minha paixão sobre livros, literatura e, principalmente, escrita. Para que não me conhece, permita que eu me apresente: eu sou Rennan Andrade, artista que usa as palavras como instrumento de articulação de sentimentos. Isto é, um escritor, em todos os sentidos da palavra. Mas para além disso eu sou um homem, um filho, um irmão, um amigo, um pesquisador, um crente e um inconformista, tudo ao mesmo tempo dentro de um só corpo. Para acima de tudo, sou um ser humano que procura refúgio dentro da arte, e que procura refugiar aqueles que alguma vez se sentiram desamparados, seja através dos meus textos ao através de um ombro amigo. Sou um paulistano no sentido mais amplo da palavra. Seja qual for um programa, desde uma manhã passeando pelo Parque Villa Lobos, uma tarde de risadas ou lágrimas no cinema ou uma noite inteira até a balada fechar as seis da manhã, eu estou dentro, nem que seja só pela experiência. E claro, como não podia deixar de ser, eu adoro passar uma tarde em evento literário ou ir a uma noite de autógrafos. Mas confesso a você que, mesmo hoje, no auge dos meus vinte anos, meu lugar favorito para uma sexta-feira a noite ainda é em casa, escrevendo, reescrevendo, revisando e produzindo. Mas como não poderia ser? Afinal, esta tem sido minha vida desde os onze anos! Naquela época, eu ainda roubava o notebook da minha irmã para escrever fanfics de Naruto, apenas pela alegria de fazê-lo. Anos mais tarde, aos quinze, eu dei asas a minha imaginação lançando meu primeiro livro, a literatura fantástica A Luz de Cada Mundo (2015). No entanto, foi só no ano seguinte que descobri minha verdadeira paixão: contos. Eu acredito que não há nada mais capaz de capturar sentimentos do que um conto. Ao longo destes quase dez anos, eu já escrevi mais de uma centena de contos, grande parte inspirados por algum acontecimento em minha vida, e os quais publiquei na esperança de ajudar aqueles que passavam pela mesma coisa que eu. Em 2016, me joguei pela primeira vez neste universo, com o lançamento da antologia A Verdadeira Morte, composta por doze contos, todos escritos por mim a fim de explorar o impacto da morte (seja ela física, mental ou emocional) e o valor da vida sob os olhos de um adolescente. Olhando para trás, ainda me orgulho muito deste projeto, que expande seus temas em cada conto, falando sobre o valor da amizade (A Parte Fria da Amizade, Orgulho e Paciência), o poder do amor fraternal (Milagres, Gasolina), o valor da vida (Grito (de Guerra), Renascer) e do tempo (Armadura de Ferro, Imperfeição), entre outros assunto. Após um breve bloqueio criativo em 2017 e 2018, retornei ao que mais amo no final de 2018, com o lançamento do conto natalino A Estrela do Amanhã. Escrever este conto depois de tanto tempo foi meu chute na bunda para voltar aquilo que realmente importava para mim, e foi depois dele que eu comecei a escrever minha segunda antologia de contos. A começar pelo lançamento de Mochila e Eterno, contos respectivamente lançados em junho e outubro de 2019 como uma amostra da antologia, com cada um representando um extremo diferente do livro. Enquanto Mochila exibe todo o mistério e as incógnitas que rondam o garoto que esqueceu sua bolsa com um desconhecido no ônibus, Eterno tem como essência descrever a simplicidade do amor e do ato de amar. No fim, é sobre isso que a antologia, denominada Uma Vez Era, fala: o amor em todas as suas formas. Ficou curioso? A antologia Uma Vez Era só será lançada no Outono 2020, mas você pode conferir o restante dos meus trabalhos clicando aqui. Sinta-se mais do que bem-vindo para desfrutar desse espaço. Você é meu convidado de honra para embarcar nessa aventura comigo!

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    São Paulo, Brasil

    Rennan Andrade