Intoxicated by My Illness and Other Writings on Life and Death -

    Anatole Broyard

    Fawcett
    1993
    135 páginas
    4h 30m
    ISBN-13: 9780449908341

    In October 1990 the author, an editor at the New York Times Book Review , died of prostate cancer that had been diagnosed 14 months earlier. During that time he wrote the essays and journal entries that are printed, along with the autobiographical story "What the Cystoscope Said" and earlier pieces on dying from the early 1980s, in this slim, affecting volume. Broyard's unflinching, consistent and somehow credibly upbeat observations of his responses to his illness derive from his belief that he could--must--die with style. Readers familiar with the critic's prose will recognize the sudden startling sentences, the unexpected metaphors with which he claims his last topic: "When the cancer threatened my sexuality, my mind became immediately erect." A valuable record, commemorative as well as brave and trail-blazing.

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    André Fiks Salem03/06/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Honesta discussão sobre a jornada para a morte, especial para os que já viajaram

    Anatole Broyard discute e enfrenta a morte como um crítico de literatura, o que é fiel a sua vida e uma abordagem única. Ele começa com uma revisão de retratos da morte na ficção e não ficção, que é muito útil para o leitor que quer se familiarizar com a conversa não acadêmica sobre o assunto. Depois, descreve a sua própria experiência com o câncer terminal, enfatizando suas recomendações para todos envolvidos no processo de morte: o doente, a família e a equipe de saúde. Depois, inclui um conto sobre a morte de um pai narrado pelo filho. Em todo o livro ele destaca a importância de estilo, ou seja, do jeito único e autêntico de fazer as coisas. A morte não deve ser diferente. Ela não deve se travestir de força, sabedoria ou doçura, como, ele argumenta, os sobreviventes desejam para que continuem vivendo sem cicatriz. Broyard defende uma morte experienciada em todas as suas esferas. Talvez isso passe pano para as instâncias machistas, classistas e quase racistas da sua prosa, tanto pessoal quanto ficcional. Isso deve ser dito. Mesmo assim, o conselho é válido. Todo o livro gira em torno da citação de Winnicot, que diz querer estar vivo quando morrer. Considero que a vida é cheia de detalhes ricos, sórdidos, bonitos e imperfeitos. No fim das contas, levo desse livro a sabedoria que a boa morte não deve ser diferente e que tentar maquiar o morrer só beneficia os vivos, e mesmo a eles só superficial e temporariamente. Melhor que enterrar um desconhecido disfarçado entre milhares de estranhos ou espalhar as suas cinzas aos mares no pôr do sol é peneira-las sozinho para que ele ressurja como uma fênix.

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