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    Longing -

    Mary Balogh

    Signet Eclipse
    2015
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9780698156326
    4.6
    9 avaliações
    Leram10Lendo1Querem12Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos3Desejados12Avaliaram9

    Governess and mistress—he wanted her as both.… The illegitimate daughter of an English lord, Sian Jones abandoned her heritage to live in a stalwart coal mining community in South Wales. Empowered by their cause, she’s engaged to be married to the leader of a revolutionary movement that is bracing itself against the tyranny of English mine owners. But Sian’s principles are unexpectedly shaken when she accepts a job as governess under Alexander Hyatt, the mysterious Marquess of Craille, the oppressive symbol of everything she has come to resist. She never expected Alexander to upend all her expectations. He is sympathetic to her cause. He is a loving father. A man of wealth and position, he is fatally attractive. And he is offering his heart to the independent woman who has illuminated his life. Now, caught between two worlds, and between the promises and desires of two men, Sian must make a choice that will define her future—one that can only be made in the name of love.…

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    Resenhas (3)Ver mais
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    Lizzy23/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Longing foi uma das minhas melhores leituras de Mary Balogh. Eu sempre fui fã ardorosa dos seus romances, mas este, certamente, ficará em minha memória por muito tempo. É o tipo de livro que prende a atenção desde as primeiras linhas, uma espécie de mágica que somente os excepcionais contadores de histórias são capazes. E não foi apenas isso que me marcou - o plot é muito rico em contexto histórico e dramaticidade –, mas, sobretudo, os sentimentos os quais vivenciei – sim, a experiência foi real-, e, para ser bem sincera, lágrimas involuntárias me afligiram ao menos em três momentos impactantes, para dizer o mínimo. O enredo de fundo tem por base o Cartismo, o movimento operário inglês fundado na luta pela inclusão política da classe operária, e sua repercussão na pequena comunidade mineira de Cwmbran, no País de Gales (anos 30 do Século XIX). Entretanto, foi a lindíssima história de amor entre o inglês Alexandre Hyatt, Marquês de Craille, e a operária galesa Sian Jones, que roubou a minha completa atenção. Poucos históricos românticos conseguem ter a profundidade necessária para realmente delinear o imenso abismo social entre a nobreza inglesa e a classe operária galesa da época. Em Longing, Mary Balogh o fez com maestria. Os mundos de Alexander e Sian não poderiam ser mais divergentes. Ele, um nobre inglês, proprietário de uma grande área rural em um dos vales do sul de Gales e das siderúrgicas e minas de carvão daquela terra. Ela, viúva, filha ilegítima de um baronete, uma de suas trabalhadoras das minas. Como se não bastasse, Sian está comprometida com Owen, o líder do movimento operário em Cwmbran. Alex, viúvo e pai da adorável Verity de seis anos de idade, passou a morar no local após ter herdado as propriedades de um tio. Durante os dois anos que esteve ali, o marquês ficou alheio às precárias condições econômicas e insalubres dos seus empregados, mas tudo muda quando ele conhece Sian. A construção do relacionamento entre Alex e Sian é linda, crível, um misto de paixão, ternura e de muitas impossibilidades. Porém, ambos compartilhavam o mesmo anseio (por isso o título me pareceu mais do que apropriado), a sensação de estarem em um lugar ao qual não pertenciam, mas queriam pertencer...sim, a heroína se sentia uma forasteira em seu próprio mundo, por várias razões. O herói é esplêndido. Um homem íntegro, honrado e com uma nobreza de alma que vai além da sua aparência e riqueza. Por sua vez, Sian é uma heroína como poucas. Uma mulher, cuja ilegitimidade impactou em sua vida, gerando perdas irreparáveis. Mas, é a sua coragem e força de espírito que verdadeiramente impressionam. É lindo quando marquês diz a Sian em determinado momento: “a sua coragem me honra.” O casal tem muita química, as cenas sensuais são realísticas e apaixonadas, além de imprimirem muita emoção. Em meio a tudo isso, é importante registrar que o triângulo amoroso existente foi uma experiência agridoce e me deixou emocionalmente apanhada, especialmente nos momentos finais. Trecho: “A moralidade não é uma coisa simples, disse ela, embora deva ser. Parece bastante simples quando alguém ouve sermões e lê bons livros. Mas não o é. Amor e moralidade nem sempre estão de acordo, e às vezes o amor é mais forte.” (tradução livre) Enfim, um livro maravilhoso! Recomendo vivamente.

    20 curtidas

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    Avaliações

    4.6 / 9
    • 5 estrelas78%
    • 4 estrelas11%
    • 3 estrelas11%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Mary Balogh profile picture

    Mary Balogh

    Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

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    Mary Balogh