Cartas entre Freud e Pfister (1909-1939) - Um diálogo entre a psicanálise e a fé cristã

    Sigmund Freud, Oscar Pfister

    Ultimato
    2001
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 8586539120
    Português Brasileiro

    É fascinante acompanhar o diálogo e a construção da amizade entre Freud e Pfister. Pouco a pouco trocam idéias, textos e, acima de tudo, compartilham vida. Visitam-se, presenteiam-se, fazem confidências e influenciam-se mutuamente. Ao mesmo tempo, parecem cão e gato. De um lado, um cura de almas mundano — Freud era judeu e ateu. De outro, um “cura de almas espiritual” — Pfister era pastor protestante —, que se refere a Freud como “o amado adversário”. O que havia de comum entre eles era, acima de tudo, a busca pela compreensão do homem. Essa busca resultou num fecundo diálogo sobre temas como o complexo relacionamento entre psicanálise e religião, a psicanálise como técnica a serviço da cura analítica de almas, os primórdios da análise laica, a análise de crianças e adolescentes e a análise de pessoas “não doentes no sentido clínico”.

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    Larissa Loureiro07/05/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eu não curto muito esse formato de livro, mas é interessante ver a amizade de um teólogo com o criador da psicanálise. Pfister foi o único que continuou amigo de Freud mesmo descordando de tantas coisas, principalmente no sentido religioso. É legal ver, também, os psicanalistas q romperam com Freud, ele faz alguns relatos em relação a isso.

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