A rima que estrutura “A Morte” (primeiro poema escrito desde a ideia de me tornar um escritor) estende-se por muitas outras obras. Os sensuais traços de “Nosferatu”; o sofrer do eu lírico em “Lograr”, dentre muitos outros poemas: nem todos com esta rima, mas com a marcante presença de um determinado significado (muitas vezes elíptico). Uma coletânea de poemas escritos num período de três a quatro anos, evidenciando a crescente - e ainda existente – evolução de minha escrita.

