No período seguinte à morte do rei Davi, o povo de Israel tornou-se profundamente impregnado por uma forma sincretista de religião que fundiu elementos da adoração de Iavé com os antigos cultos de fertilidade de Canaã, identificando Iavé, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, com Baal, uma divindade pagã. Essa forma corrupta de adoração ocorreu no período da monarquia, enraizando-se nas práticas religiosas do povo, que seguiu o exemplo idólatra do próprio Salomão, perdurando até o exílio. As reformas instituídas pelos reis piedosos pouco influenciaram a religião do povo, cujas práticas de culto giravam em torno do sincretismo — não nos termos das práticas religiosas do templo e do sacerdócio estabelecidas na lei de Moisés, não raro esquecidas, às vezes até mesmo abandonadas por completo. Em grande medida, a corrupção do culto de Iavé acelerou o cativeiro na Babilônia. Que lição os cristãos do século XXI podem aprender desse período da história bíblica? Existem similaridades, em qualquer nível, entre a mentalidade dos antigos hebreus e a cosmovisão da sociedade moderna ocidental que possam nos ajudar a entender a cegueira espiritual predominante nas igrejas ocidentais modernas? Este livreto procura fornecer respostas para essas perguntas e, assim, fornecer algumas orientações para sairmos do atual fracasso espiritual e moral que conduz a sociedade ocidental contemporânea à ruína.
A adoração a Baal: antiga e moderna -
Stephen C. Perks
Editora Monergismo
2016
60 páginas
2h 0m
ISBN-13: 9788569980131
Português Brasileiro
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