Logo no início de sua obra, trata das transformações da sociedade moderna, seus componentes e as fases das "revoluções urbanas modernas": o renascimento e a revolução industrial.
Na sequência, descreve o que seria a "terceira modernidade", retratando as cidades autonomas e emancipadas, criadas com o advento dos transportes. Traz discussões como a coexistência da permanente socialização, dos vínculos sociais, do aumento da violência, da incivilidade e dos novos tipos de relações sociais: "uma multiplicidade de pertinência sociais".
Discute ainda sobre as regulações do capitalismo industrial ao cognitivo, trazendo o conceito de "hipertexto" e da economia urbana no contexto de mobilidade acelerada dos capitais. Explicitando o papel central das tecnologias da informação e comunicação.
Françoais, em seu último capítulo (provavelmente o mais imprescindível dessa leitura), lista os 10 princípios do neourbanismo. Sintetizá-los seria um desprestígio aos leitores mais curiosos. O novo urbanismo precisa der "democrático" e isso implica muitas mudanças e revisões.
Por maiana freitas para @urbanismo_empatico