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    A Estrela Preta (Eu&Eu Realidade Rasta #1) -

    Marcus Garvey

    Deriva
    2013
    146 páginas
    4h 52m
    ISBN-13: 9788562628443
    Português Brasileiro
    4.1
    13 avaliações
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    Marcus Mosiah Garvey é um dos mais importantes intelectuais e ativistas panafricanos do século XX. Consolidou as mais notáveis e bem-sucedidas organizações da diáspora negra, com caráter transnacional. É considerado como um líder espiritual e político por milhares de africanos pelo mundo todo, e é visto como o mais importante profeta pelos rastafáris. "Com quatrocentos milhões de homens, muheres e crianças, dignos da existência dada a nós pelo Criador divino, estamos determinados a resolver nossos próprios problemas, pelo resgate da nossa Terra-mãe África das mãos dos exploradores estrangeiros, e encontrar lá um governo, uma nação própria, nossa, forte o suficiente para dar proteção aos membros da nossa raça espalhados por todo o mundo, e exigir o respeito por parte dos povos e raças da Terra." "Existe um Deus e nós acreditamos Nele. Não é uma pessoa, nem um ser físico. Ele é um espírito e Ele é a inteligência universal. Nunca neguem a existência de Deus. Deus, sendo a inteligência universal criou o universo a partir dessa inteligência. É a inteligência que cria. O homem faz parte da criação da inteligência universal e foi dado à imagem e semelhança de Deus, apenas por essa inteligência. É a inteligência do homem que é como Deus. mas a sua inteligência é apenas uma aartícula unitária da inteligência unitária de Deus. "

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    Busbus09/08/2021Resenhou um livro
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    "Um Deus, Um objetivo, Um destino..."

    Honorável Marcus Garvey, um homem atemporal. Fez o que foi considerado loucura/insanidade. Mas que mal tem em querer África para os Africanos?

    2 curtidas

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    Marcus Mosiah Garvey profile picture

    Marcus Mosiah Garvey

    Marcus Mosiah Garvey (Saint Ann’s Bay, Jamaica, 17 de agosto de 1887 – Londres, 10 de junho de 1940) foi um comunicador, empresário e ativista jamaicano. É considerado um dos maiores ativistas da história do movimento nacionalista negro. Garvey liderou o mais amplo movimento de descendentes africanos e é lembrado como o principal idealista do movimento de volta à África, tendo inclusivamente seu nome citado em músicas de vários artistas como Bob Marley. Ele criou um movimento inspirador a muitos negros para que buscassem a “redenção” de África e a desocupação do continente por parte das potências coloniais europeias. Garvey fundou em 1914, a Associação Universal para o Progresso Negro ou AUPN (Universal Negro Improvement Association, mais conhecida como UNIA). O lema da instituição era era “One God! One Aim! One Destiny!”, em portguês, Um Deus! Uma aspiração! Um destino! Os objetivos da UNIA eram: - a promoção da consciência e unidade na raça negra, da dignidade e do amor. - o desenvolvimento de África, livrando-a do domínio colonial e transformando-a numa potência. - protestar contra o preconceito e a perda aos valores africanos. - estabelecer insituições de ensino para negros, onde se ensinasse a cultura aficana, também. - promover o desenvolvimento comercial e industrial pelo mundo. - auxiliar os despossuídos em todo o mundo. Garvey viajou o mundo e viu da perto a miséria que os negros sofriam, ele dedicou toda sua vida a favor da causa negra. Exerceu uma importante influência nos movimentos, que, mais tarde, libertariam a África do domínio colonial europeu. Apesar de ter sido criado como metodista, Marcus Garvey se declarava católico, seu pensamento religioso era fundamentado numa interpretação da Bíblia, especialmente do Velho Testamento. Marcus e seus seguidores identificavam-se com a história das tribos perdidas de Israel, vendidas aos senhores de escravos da Babilônia. Essa metáfora inicial gerou uma série de imagens simbólicas que se tornaram constantes na tradição oral dos rastas: “Babilônia”, “Zion”, etc. Numa das profecias atribuídas a Marcus Garvey, previa-se que um Rei Negro seria coroado na África e que esse rei seria o líder que conduziria os negros do mundo inteiro à redenção. Quando em 1930, Rastafari Makonnen foi proclamado rei da Etiópia, adotando o título de “Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Sua Majestade Imperial, Leão Conquistador da Tribo de Judá, Eleito de Deus”, os líderes religiosos e seguidores de Garvey na Jamaica reconheceram nele o Rei Negro de que o profeta havia falado. Fonte: http://www.doladodeca.com.br/2011/02/18/marcus-garvey-o-idealista-do-movimento-de-volta-para-a-africa/ (com adaptações).

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