Talons of Power já se inicia com o último conflito do livro anterior: Darkstalker, um NighWing lendário, poderoso e imortal com mais de 2000 anos de idade desperta após a destruição do pergaminho que o prendia debaixo da terra. O mesmo dragão que, segundo as lendas (e confirmado pelo próprio), havia matado seu próprio pai de forma grotesca e assustado uma tribo inteira para outro território...
Dessa vez, o protagonista é Turtle que, diferente das suas irmãs, Tsunami e Anemone, é extremamente ansioso e inseguro, mas contém um poder que muitos em Pyrrhia almejam ter. Ele é um animus! Assim como Anemone e o próprio Darkstalker, mas apenas seus amigos mais próximos sabem disso. Assim que Turtle vê o dragão lendário, ele se protege com um feitiço que o torna invisível aos olhos e pensamentos de Darkstalker.
No início da trama não vemos muito sobre o SeaWing em si, mas sim sobre o Darkstalker, que é constantemente espionado por Turtle. Por algum motivo todos pareciam estar gostando do NightWing, mesmo que ele tenha surgido de uma maneira ominosa, seja literalmente imortal e exale uma aura completamente maligna... Exceto Turtle, que estava protegido de qualquer feitiço que o maior lançasse.
A história vai progredindo e Darkstalker parece se mostrar muito mais legal do que o esperado (mas só parece mesmo). Conhecemos um novo lugar em Pyrrhia, revelações e conflitos intensos acontecem, bem como aprendemos um pouco mais sobre a família real do Reino Marinho.
No fim, apesar de tudo parecer estar perdido, ainda temos algumas esperanças de ver o continente de Pyrrhia ser salvo mais uma vez (ou não) no próximo livro, que fechará o segundo arco de Wings of Fire.