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    A tradutora -

    Cristovão Tezza

    Record
    2016
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788501078889
    Português Brasileiro
    3.5
    44 avaliações
    Leram70Lendo2Querem104Relendo0Abandonos1Resenhas8
    Favoritos1Desejados104Avaliaram44

    Beatriz é uma tradutora de 30 e poucos anos. Em seu apartamento, depara-se com uma sucessão de acontecimentos que entrelaça a urgência do instante presente com a memória: um envelope em branco deixado misteriosamente sob a porta da sala; as pequenas e grandes dúvidas que envolvem a tradução e os desdobramentos que projeta para a sua carreira; a conversa ao telefone com o namorado escritor, que a assedia intelectualmente; e uma ligação inesperada propondo-lhe um trabalho como intérprete. Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances, entre eles O filho eterno, Trapo, Juliano Pavollini, A suavidade do vento, Uma noite em Curitiba, Breve Espaço, O fotógrafo, Um erro emocional e O professor. O filho eterno, de 2007, ganhou os mais importantes prêmios literários do país, incluindo o Jabuti, e foi traduzido em uma dezena de países.

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    Andreia Kohut Vieira Silva picture
    Andreia Kohut Vieira Silva13/03/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Uma viagem na mente de uma mulher que é tradutora, está terminando um trabalho, recebe um convite para acompanhar um funcionário da Fifa e ser sua tradutora nós eventos pré copa do mundo em Curitiba, que tem um relacionamento do qual quer sair e já com um novo relacionamento em vista e com outro prestes a acontecer. Ainda no meio disso tem uma amiga com quem relembra conversas que ja6teve e prevê as que ainda terá. Uma confusão só de presente, passado e futuro, lembranças e possíveis acontecimentos se misturam e quase te enlouquecem.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 44
    • 5 estrelas11%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas55%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas0%
    Cristovão Tezza profile picture

    Cristovão Tezza

    Embora tenha nascido em Lages, Cristovão Tezza mudou-se para Curitiba, no Paraná, com dez anos de idade. Esta cidade é cenário de boa parte de sua literatura, em que personagens visitam ruas e pontos turísticos. Tezza fez teatro, foi da marinha mercante, trabalhador ilegal na Europa e ainda relojoeiro. Já era escritor bem jovem: aos treze anos criou seu primeiro livro, designado por ele mesmo como “muito ruim”. Publicou dez romances. Uma das marcas de seu texto é a presença de mais de um narrador: em "Trapo", por exemplo, vemos a história do ponto de vista do professor Manoel, que estuda o poeta Trapo, e paralelamente do ponto de vista do poeta, através de seus poemas. Em 2003, Tezza publicou um ensaio sobre Mikhail Bakhtin, que era, na verdade, sua tese de doutorado. Doutor em Literatura Brasileira, Tezza é professor de Linguística na Universidade Federal do Paraná. Em algumas declarações ele afirma que “só uns quatro ou cinco escritores brasileiros poderiam viver só dos livros”, e por esse motivo é professor. Ganhou o prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance brasileiro de 2004, pelo seu livro “O fotógrafo”. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

    47 Livros
    127 Seguidores
    Santa Catarina, Brasil

    Cristovão Tezza