The Colors of Space -

    Marion Zimmer Bradley

    Aegypan
    2007
    116 páginas
    3h 52m
    ISBN-10: 1603121536

    Bart Steele is a young Vegan who has come to Earth to study at the academy. He is a product of a human and Mentorian pair, although he lost his mother, the Mentorian, early in his life. His father owns a space shipping business that struggles as it must against the monopoly that the Lhari race has over interstellar flight. The Lhari have made it clear that only Lhari can survive while the warp-drive is active and that all other races must go into cold-sleep. This monopoly causes Bart and many others to have a prejudice against the Lhari. On graduation Bart is to meet his father at the Lhari spaceport where he will return home. Bart will never see his father again and will be catapulted into a universe of danger and intrigue. He discovers that his father and several others have died while trying to obtain the secrets of the Lhari and of the warp-drive. Bart is thrust into his father's world while he's become a fugitive from Lhari authorities. The Lhari are not able to perceive colors the way humans and Mentorians do and this becomes a major plot device or I should say part of several plot devices. This is the only part that my more mature insight has quibbles about during this read. There are some big things that are hinged on this color disability that might not work quite as well as I once believed. One major one is that the Lhari could not tell something was red hot because they couldn't see the red. Since often survival hinges on such things there would likely have been another way for them to discern that a surface they were working on in their ship might be hot.

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    Lilia Cristina de Souza Machado15/02/2013Resenhou um livro
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    Os leitores podem achar o texto pouco sofisticado, comparado com os trabalhos posteriores da escritora

    Bart Steele era apenas um garoto, quando esteve no espaçoporto Lhari, pela primeira vez, para ver o planeta Terra – a lendária terra natal da humanidade, antes da Era Espacial – o planeta dos ancestrais de Bart. Tecnicamente, esta é uma ficção científica infanto-juvenil, com um protagonista que acabou de se formar na Academia Espacial, que está retornando a Vega, onde seu pai administra uma frota de naves interplanetárias. Viagens interestelares são privilégio dos Lhari – os humanos só podem ser passageiros adormecidos num sono induzido em seus berços gelados – por conta da falta de capacidade do corpo humano, de aguentar o estresse do salto no hiperespaço. Pelo menos é isso que os Lhari dizem... O pai de Bart acreditava que isso era uma mentira, mas agora ele está morto. Bart descobre a morte do pai e de outros, enquanto tentava descobrir o tal segredo. Os Lhari formaram um relacionamento com os Mentorianos – humanos geneticamente superiores, que podem aguentar a iluminação feérica comum aos Lhari, que não podem distinguir cores – somente níveis de luz. Bart, que é meio Mentoriano por parte de mãe, também pode aguentar essas luzes, além de distinguir cores – até mesmo uma 8ª cor, que dá o título ao livro. Os Mentorianos prestam serviços aos Lhari, interpretando cores, traduzindo a língua humana e os colocando como num pedestal, longe do resto da humanidade, que os olham com suspeita. A trama do livro gira em torno de Bart encontrar um segredo das viagens hiperespaciais dos Lhari, através de modificações físicas em sua aparência, para disfarçá-lo como um membro da tripulação de uma nave Lhari. Se ele sobreviver ao primeiro pulo no hiperespaço, saberá que os Lhari estão mentindo o tempo todo. Quando ele aprende as ramificações totais do segredo das viagens hiperespaciais, suas crenças fundamentais entram em conflito. E, durante uma viagem, ele descobre que muitos dos Mentorianos e dos Lhari, são boas pessoas – dando o sentido moral de que “diferente não é, necessariamente, ruim.” Este foi o terceiro livro publicado por Marion Zimmer Bradley, em 1963, a aclamada autora da saga Brumas de Avalon e da série Darkover – os leitores podem, portanto, achar o texto pouco sofisticado, comparado com seus outros trabalhos posteriores, mostrando, claramente, que a escritora ainda não havia encontrado sua voz poderosa. É, no entanto, muito bom para se descobrir a evolução de suas estórias de fantasia. O livro foi escrito numa época em que ficção científica era destinada, em sua grande maioria, para adolescentes do gênero masculino. Ele possui a esperança da série original de Jornada nas Estrelas (Star Trek), de que um dia, vamos aprender a formar uma comunidade estelar, em paz.

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