Como o próprio título sugere, são fragmentos de tempo soprados ao vento, prazeres poéticos. Emoções que muitas vezes não couberam no coração e precisaram escorrer pelo papel em forma de palavras. Quem de nós não amou? Quem não chorou? Quem de nós não sentiu, em algum momento da vida, uma dor dilacerante? Quem de nós ficou imune aos sentimentos que nos dias atuais parecem ultrapassados, mas que dentro de nós continuam a gritar, a nos lembrar a todo instante que não somos feitos apenas de matéria? Somos feitos, acima de tudo, de sentimentos e emoções.

