Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores5
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    La Civilización del Espectáculo

    Mario Vargas Llosa

    Punto de Lectura
    2013
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-13: 9788466326964
    Espanhol
    4.3
    3 avaliações
    Leram4Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados1Avaliaram3

    En el pasado, la cultura fue una especie de conciencia que impedía dar la espalda a la realidad. Ahora, actúa como mecanismo de distracción y entretenimiento. La figura del intelectual, que estructuró todo el siglo XX, hoy ha desaparecido del debate público. Aunque algunos firmen manifiestos o participen en polémicas, lo cierto es que su repercusión en la sociedad es mínima. Conscientes de esta situación, muchos han optado por el discreto silencio. Como buen espíritu incómodo, Vargas Llosa nos entrega una durísima radiografía de nuestro tiempo y nuestra cultura.

    Resenhas (1)Ver mais
    gabriella v picture
    gabriella v04/01/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vargas Llosa: ame ou odeie

    Vargas Llosa desperta em mim um misto de indignação, discordância, mas também de admiração e simpatia. Sim, nessa obra, ele vai fazer a separação clara entre o que é "boa cultura" e "má cultura", deixando o que entendemos hoje como politicamente correto à beira de um surto psicótico. Ele vai sugerir que a cultura boa é claramente aquela herdada de Faulkner, Thomas Mann, Miguel de Cervantes; todos, curiosamente, europeus, e fará um tímido aceno ao único latino, o argentino Borges. Sim, ele poderia ter mencionado os grandes escritores latino-americanos como um bom latino que é, mas sua visão eurocêntrica do que é bom ou ruim já alastrada em seu modo de pensar de quem já vive há anos na Europa o cega e, em alguns momentos, até decepciona. Há diversos trechos que convidam à reflexão, até mesmo para aqueles que são críticos ferrenhos do pensamento elitista do que é a "boa cultura". Afinal de contas, o que se entende por cultura? Ela está mesmo entrando cada dia mais em decadência? Estamos rolando precipício abaixo? A realidade assusta um pouco e é apresentada como um tapa na cara, especialmente quando ele trata da nossa relação quase que obscena com a tecnologia. Hoje o conhecimento está na palma da nossa mão, mas até que ponto isso é bom? Será que ganhamos tanto assim intelectualmente hoje comparado aos nossos pais e avós? Estamos tão assim "por cima"? A polêmica vem arrebatadora quando ele sugere que, em nome do discurso de inclusão tão forte que há hoje, a dita cultura está sendo nivelada por baixo. Ou seja, ao invés do indivíduo se esforçar para alcançar o patamar do que ele julga ser cultura de verdade, a cultura está sendo banalizada, prostituída e rebaixada para alcançar a massa e diferentes classes sociais. Por isso, segundo o autor, a cultura saiu do patamar de formadora do intelecto, para espetaculosa, vulgar e submissa à futilidade. O mais incrível de tudo é que quando estamos prestes a chegar à conclusão de "mas que rabugento, conservador e elitista", Vargas Llosa nos brinda com uma crítica fortíssima ao capitalismo e sua contribuição à decadência do que ele entende por boa cultura com uma boa pitada de Marx. Amando ou detestando, "A civilização do espetáculo" vale cada página.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Jorge Mario Vargas Llosa profile picture

    Jorge Mario Vargas Llosa

    Nascido em uma família de classe média, único filho de Ernesto Vargas Maldonado e Dora Llosa Ureta, seus pais separaram-se após cinco meses de casamento. Com isto o menino não conheceu o pai até os dez anos de idade. Sua primeira infância foi em Cochabamba, na Bolívia, mas no período do governo José Luis Bustamante y Rivero, seu avô obtém um importante cargo político no governo, em Piura, no norte do Peru, e sua mãe retorna ao Peru, para viver naquela cidade. Em 1946 muda-se para Lima e então conhece seu pai. Os pais reconciliam-se e, durante sua adolescência, a família continuará vivendo ali. Ao completar 14 anos, ingressa, por vontade paterna, no Colégio Militar Leôncio Prado, em La Perla, como aluno interno, ali permanecendo por dois anos. Essa experiência será o tema do seu primeiro

    121 Livros
    772 Seguidores

    Jorge Mario Vargas Llosa