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    Antologia pessoal (Biblioteca Borges) -

    Jorge Luis Borges

    Companhia das Letras
    2008
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9788535912968
    Português Brasileiro
    4.4
    77 avaliações
    Leram152Lendo16Querem170Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos12Desejados170Avaliaram77

    Nesta coletânea traçada com olho crítico, mão sóbria e gosto certeiro, Jorge Luis Borges compilou tudo aquilo que os anos e a arte de ler foram depurando no homem que se vangloriava mais dos livros lidos do que daqueles que havia escrito. O tempo - o mais arguto dos antologistas - e um cisne singular e tenebroso - o próprio autor enquanto leitor - são os responsáveis pela seleção destas páginas que decerto vão ficar na memória de quem porventura as percorrer. Não se trata de mera coletânea, composta pelo acaso ou pela displicência, mas de uma escolha significativa, traçada com olho crítico, mão sóbria e gosto certeiro, tudo aquilo que os anos e a arte de ler foram depurando no homem que se vangloriava mais dos livros lidos do que daqueles que havia escrito. Feito leitor de si mesmo, indicou algumas pegadas de seu percurso, com a agudeza e a precisão que nos acostumamos a esperar dele, embora tenha deixado na sombra outras, como um demiurgo secreto de seu mundo, e assim nos legou nesta síntese simbólica a medida que quis de toda a sua obra. Em prosa e verso, as formas breves dominam o conjunto escolhido e são peças de um mosaico que afinal nos brinda com a sorrateira imagem de Borges, o autor que quis ser todos e nenhum.

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    Daisy Serena03/10/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    ÚNICO! " Sou, mas sou também o outro, o morto, o outro de meu sangue e de meu nome; sou um vago senhor e sou o homem que deteve as lanças do deserto." [Jorge L.Borges] “Já somos o esquecimento que seremos. A poeira elementar que nos ignora e que foi o ruivo Adão e que é agora todos os homens e que não veremos. Já somos na tumba as duas datas do princípio e do término, o esquife, a obscena corrupção e a mortalha, os ritos da morte e as elegias. Não sou o insensato que se aferra ao mágico sonido de teu nome: penso com esperança naquele homem que não saberá que fui sobre a Terra. Embaixo do indiferente azul do céu. esta meditação é um consolo.” [Jorge L.Borges]

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    4.4 / 77
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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo