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    200 Sonetos -

    Luís de Camões

    L&PM Pocket
    1998
    118 páginas
    3h 56m
    ISBN-13: 9788525408914
    Português Brasileiro
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    Luis Vaz de Camões nasceu - supostamente - en 1524 e morreu em 1580, em Lisboa. Soldado e poeta, viveu uma vida plena de aventuras a serviço do reino português batendo-se contra mouros, beduínos e outros inimigos da Coroa. Frequentou a corte de D. João III, onde, conta-se, fazia muito sucesso com as mulheres. Viajante emérito, seguiu para o Marrocos, onde perdeu o olho direito numa batalha contra os mouros. Na costa da Conchinchina, seu navio naufragou e Camões perdeu sua companhia Dinamene, mas conseguiu salvar os originais de seu futuramente épico "Os Lusíadas". Usou seu enorme talento poético para relatar suas experiências como amante e aventureiro. Escreveu "Os Lusíadas", poema-símbolo da língua portuguesa que relata a grande saga dos descobrimentos. Ficou célebre também pelos seus sonetos, considerados obras-primas do gênero pelo apuro poético e rigor da métrica.

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    Iara Késsia picture
    Iara Késsia30/12/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Coleção de Poemas de Luis Vaz de Camões. "Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer;"

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    Luís Vaz de Camões

    Luís Vaz de Camões (Lisboa[?], c. 1524 — Lisboa, 10 de junho de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente. Pouco se sabe com certeza sobre sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de família da pequena nobreza. Sobre sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou sua carreira como poeta lírico e se envolveu, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boêmia e turbulenta. Diz-se que por conta de um amor frustrado se autoexilou na África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião por seus serviços prestados à Coroa, mas em seus anos finais enfrentou dificuldades para se manter. Logo após a sua morte a sua obra lírica foi reunida na coletânea Rimas, tendo deixado também três obras de teatro cômico. Enquanto viveu queixou-se várias vezes de alegadas injustiças que sofrera, e da escassa atenção que sua obra recebia, mas pouco depois de falecer sua poesia começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da língua portuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade para a sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado como um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objeto de uma vasta quantidade de estudos críticos.

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    Luís Vaz de Camões