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    Órganon -

    Aristóteles

    Edipro
    2016
    648 páginas
    21h 36m
    ISBN-13: 9788572838955
    Português Brasileiro
    4.5
    26 avaliações
    Leram55Lendo53Querem254Relendo2Abandonos7Resenhas1
    Favoritos3Desejados254Avaliaram26

    A tradução pioneira em língua portuguesa do Órganon de Aristóteles vem completa em um único volume, com o texto integral dos tratados: - Categorias; - Da Interpretação; - Analíticos Anteriores; - Analíticos Posteriores; - Tópicos; - Refutações Sofísticas. Obra monumental na qual Aristóteles estabelece as bases da lógica formal. Está entre as mais importantes e complexas que nos foram legadas pelo Estagirita. A fim de facilitar e agilizar a consulta ao Órganon, fizemos constar à margem esquerda a consagrada numeração da edição referencial de 1831, de Bekker.

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    Filino Carvalho Neto24/04/2019Resenhou um livro
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    Obra(s) de fôlego

    Em muito boa hora o leitor brasileiro pôde contar com a reunião, num único volume, das obras aristotélicas que compõem o "Órganon". As quase 650 páginas dessa edição constituem um valiosíssimo objeto de estudo para os cultores da filosofia e todo aquele que se interessa pelo pensamento aristotélico e por lógica. Não é uma leitura fácil, longe disso. Porém, não quer dizer que seja intransponível. Talvez as "Categorias", "Da Interpretação" e parte das "Refutações Sofísticas" sejam menos áridas. Os "Analíticos" e os "Tópicos" exigem mais do leitor. É interessante ressaltar que, a despeito de tratar prioritariamente da linguagem e da lógica, aqui e ali encontramos aspectos ligados à metafísica e até à ética aristotélica. Da primeira, por exemplo, encontramos alguma coisa nas "Categorias" e no "Da interpretação". Nos "Tópicos", em meio a lições sobre o emprego dos termos, considerações sobre gênero e espécie, encontramos passagens tais como "ser filósofo é melhor do que ganhar dinheiro, mas não é preferível àquele que carece do necessário à vida". O próprio Aristóteles, nas "Refutações Sofísticas", reconhece a originalidade do seu trabalho, afirmando que nunca antes se tratou, de uma forma sistemática, desse tipo de investigação. E a pesquisa "laboriosa" a que ele se refere no final dessa obra relembra o leitor que o próprio estudo desse saber é igualmente laborioso. Quanto à edição em si, vale destacar o esmero do tradutor (o prolífico Edson Bini) em esclarecer o emprego de diversos termos na tradução; o significado de diversos termos gregos; a presença (e a ausência) de determinadas passagens nas edições de Bekker e Ross (dois dos mais conhecidos estudiosos dos textos de Aristóteles)... e por aí vai. São quase 800 notas de rodapé. Um excelente trabalho.

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    4.5 / 26
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    Aristóteles, Ἀριστοτέλης, Aristotle

    Aristóteles (em grego antigo: Ἀριστοτέλης, transl. Aristotélēs; Estagira, 384 a.C. — Atenas, 322 a.C.) foi um filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, as leis da poesia e do drama, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia. Juntamente com Platão e Sócrates (professor de Platão), Aristóteles é visto como um dos fundadores da filosofia ocidental. Em 343 a.C. torna-se tutor de Alexandre da Macedónia, na época com 13 anos de idade, que será o mais célebre conquistador do mundo antigo. Em 335 a.C. Alexandre assume o trono e Aristóteles volta para Atenas, onde funda o Liceu.

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    Aristóteles, Ἀριστοτέλης, Aristotle