O que se apresentou de mais interessante em minha leitura foi a realidade dos ídolos pop na Coreia do Sul, denominados de K-Pop. Realmente assustadora. A indústria do entretenimento é literalmente escravagista, contando com o apoio de fãs que tem um tipo de admiração doentia. Muitos produtores estão envolvidos em situações de exploração sexual e as imposições aos pretensos artistas beiram o ridículo e podem ser criminosas.
Fiquei pensando na realidade de nosso país... Deve rolar coisa parecida (ainda que menos grave) com os artistas do besteirol que vemos hoje. Um exemplo que tenho (no sentido de se deixar manipular) é de uma famosa banda gospel que tentou o sucesso em um seguimento fora do cenário rotineiro. Ok! Cada um corre atrás de seus sonhos, mas deu uma decepção ao vê-los em um programa da MTV, quando se apresentaram com uma identidade não usual, tipo "ostentação" (com certeza por orientação) e isso passou uma imagem de vendidos. Ô, decepção!
Outra reportagem que gostei foi "Casal Nobel", sobre as pesquisas científicas dos brasileiros Ruth e Victor Nussenzweig em relação a malária (cotada para o Nobel de Medicina). O casal vem pesquisando a vacina contra a moléstia há muito tempo e tiveram os resultados de seu trabalho autorizado pela OMS para testes massivos. São merecedores e tomara que os resultados finais superem as expectativas. Ganha a humanidade.
Vixi! Na reportagem sobre "Major Tom" pela primeira vez fiquei com pena de um rato (mas só até o final da leitura). O lance foi mostrar a rotina sofredora dos ratos cosmonautas e das cobaias. Esse texto foi retirado da obra "O livro dos bichos", do jornalista Roberto Kaz, que traz vários casos inusitados sobre animais. Fiquei com vontade de ler também.
A matéria da capa fala de erros de justiça, citando vários casos com seus desfechos e situação que levou a isso. É um conhecimento pragmático para ilustrar falhas a que a justiça está sujeita (fora a corrupção).
Uma situação que poderia ser mostrada também refere-se aos erros com pessoas com mesmo nome ou parecido. Digo isso porque no nome de minhas irmãs tem apenas a alteração de uma letra e elas já tiveram problemas na escola, na inscrição em concursos e até no recebimento de pagamentos (principalmente quando o caso sujeita-se a pessoas de má vontade). Fica o alerta para os pais que gostam de colocar nomes muitos parecidos nos filhos.
Que legal! A volta dos quadrinhos na revista! E naquela disposição de ilustrar histórias verdadeiras. O biografado da vez foi um dos inspiradores do famigerado Estado Islâmico. Só não gostei da "moral" no final, de que tudo se resolve com a morte. Esse aspecto ainda vai gerar mais desgraça... Não é uma coisa irônica que a paz seja almejada desse jeito. E enquanto querem paz, há um investimento gigantesco em armas, as mesmas que podem se voltar contra os idealizadores. Hoje a morte de um líder é a solução, amanhã o genocídio e o uso de armas terríveis terá a mesma concepção. E já fizeram isso...