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    Os Malogrados -

    M. F. Santos

    Planeta Azul
    2016
    329 páginas
    10h 58m
    ISBN-10: B01841WKHM
    Português Brasileiro
    5
    1 avaliação
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    Os Malogrados é um romance que evidencia os obstáculos que as pessoas encontravam no amor, nos desejos e nas conquistas de uma vida prazerosa. Fala do ser forte e do fraco, delineando seu comportando em várias situações. Fatos envolvendo o sofrimento dos marginalizados da época como escravos, mulheres, cristãos-novos estão bem focados. O tema sobre o Iluminismo e a Inquisição tem grande respaldo, em virtude de apresentar personagens idealizadores da primeira vertente, mas também há aqueles opositores, seguidores árduos da Igreja, como um inquisidor basear-se em premissas defendidas na época da Inquisição da Idade Média; ele passa a manifestar-se numa era de revoluções e transformações, opondo-se aos novos ideais Iluministas e políticos. Em suma, a obra descreve a incessante busca de ideais dos personagens.

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    Portal JuLund30/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Os Malogrados, @Planetaazuled

    Em uma sociedade fechada, alienada pela igreja nos deparamos com uns personagens revolucionários. “O príncipe demonstrava-se desgostoso com o governo de seu pai, o rei D. Guilherme e, mais precisamente, com a conduta dele em conduzir as necessidades suas e da família Real. Ele era jovem, moço despreocupado e resignado, que não conseguia se adaptar com as pretensões do pai, que seguia à risca os costumes e ordenamentos. D. Guilherme, o rei, mantinha essa premissa feito aquelas leis que nunca poderiam ser revogadas. E Lúcio, atabafado, questionava-se, contestava tudo que lhe era atribuído, mas guardava para si qualquer revolta. Não possuía coragem e nem motivação de ficar de frente com o pai para lhe esclarecer o que sentia, que muita coisa que fazia era contra a sua vontade.” Marta de todos, pelo menos para mim é a mais corajosa, numa época que mulher não tinha vez e por estar numa posição social baixa, quase nula, tomou atitudes e teve falas que poderiam a colocar na fogueira sem sombra de duvidas. Uma mocinha atemporal, questionou costumes… “— Minha mãe, mas que aparato é esse neste jantar!? Onde conseguiu tanta coisa? — Minha filha, vosmecê tem que entender que somos barões, temos que nos alimentar de uma maneira que faça jus ao nosso nome. — Respondeu objetiva. — Que nome, mamãe! Acorda para a nossa realidade! Os senhores perderam o título de barões! Estamos agora vivendo uma vida comum, de gente comum. Para de querer se comportar como se ainda estivesse na Corte! Estamos morando próximos da vila, mãe; quer queira quer não.” Defendeu quem não tinha tinha ninguém… Resenha completa em

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