Cutucando a memória -

    Sebastião de Oliveira Menezes

    Editora Hoffmann
    2015
    146 páginas
    4h 52m
    ISBN-13: 9788590736011
    Português Brasileiro

    O livro consta de 37 histórias, casos e reflexões organizadas, mais ou menos, numa sequência cronológica da trajetória da vida do autor. Os primeiros lembram sua infância na localidade de Arataca, município de município de Varre-Sai. Os seguintes, os tempos que viveu em Purilândia, município de Porciúncula. As histórias e casos continuam com os anos vividos em Natividade e sua experiência em dois seminários. As histórias, casos e reflexões que vêm em continuidade falam de situações vividas no Rio de Janeiro em companhia de seus tios, no trabalho, na vida e nas aventuras com seus carros. Os demais estão relacionados com tempos vividos em Niterói, Seropédica e Juiz de Fora. Dizem que a vida traz experiências e vivências. Nos textos, o autor procura refletir sobre elas com imaginação, informação, conhecimentos e aplicá-las em situações vividas. É inegável que a experiência acumulada e apreendida ao longo dos anos é capaz de levar as pessoas a evitarem repetir equívocos. Ora, isso é perfeito num mundo onde as experiências se repetem. Experiências e vivências ganham expressiva importância, por uma razão muito simples: o homem não muda! Nessa hora, quem já passou por muitas experiências leva uma grande vantagem. A experiência é uma coisa muito interessante. O conhecimento que nasce dela é real.

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    Clubedolivro18/06/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Resenha do Blog Clube do Livro e Amigos (Ingrid M.S)

    Um livro recheado com 37 Crônicas divertidíssimas, sobre a vivência do próprio autor, com títulos hilários e uma escrita extremamente leve. Narrado em primeira pessoa, torna a experiência ainda melhor. Escolhi as 2 crônicas que mais gostei para falar um pouquinho sobre elas para vocês! Marinho e os marimbondos “O mel se tinha, ninguém viu e nem aproveitou. Só ferroadas de marimbondos sobraram para todos.” Marinho era um menino alegre e bem aceito por todos, que gostava de tocar com sua sanfona, que na verdade consistia em uma caixa de papelão. Ele era filho do carpinteiro da fazenda do Doutor Edésio, em Purilândia. Depois de procurar bastante, Marinho e seus amigos acharam uma casa de marimbondos e começaram a pensar em como derrubá-la. Reuniram um grupo, cada um com sua atiradeira, mas isso não deu muito certo para nenhum deles. A bolsa mágica “— Senhor, agradeço esta quantia que recebo. Sei que possuo a bolsa mágica do espírito, à medida que o dinheiro sai, o dinheiro entra e ela nunca ficará vazia.” Durante o tempo em que morou na casa dos tios em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, Sebastião aprendeu muito e cresceu como pessoa. Quando começou a trabalhar passou a colaborar com as despesas, então, entregava um terço de seu salário para sua tia todos os meses e ela sempre o colocava dentro de uma bolsa que dizia ser mágica. A capa é linda e muito criativa. A diagramação contém imagens e ilustrações que ajudam a compor o enredo. A revisão é ótima. Dou cinco estrelas e recomendo!!!

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