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    A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar - Uma Espécie de Manual de Escrita Humorística

    Ricardo Araújo Pereira

    Tinta-Da-China
    2016
    118 páginas
    3h 56m
    ISBN-13: 9789896713539
    Português
    3.8
    21 avaliações
    Leram33Lendo1Querem19Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos1Desejados19Avaliaram21

    Além de ser o maior humorista de Portugal, Ricardo Araújo Pereira é um estudioso da arte do riso. O nome sugestivo de seu novo livro - A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar - decorre da sua tese principal de que o lugar do humor é na tragédia, e não na felicidade. Utilizando inúmeras citações e referências, desde Shakespeare ou Eça de Queirós até Monty Python ou Seinfeld, o autor consegue explicar ao leitor as razões pelas quais os seres humanos riem e ainda ser engraçado. É como se Ricardo Araújo Pereira nos mostrasse como a salsicha é feita, e após a explicação nós ainda ficássemos com água na boca.

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    Resenhas (4)Ver mais
    Eduardo Lages picture
    Eduardo Lages25/05/2017Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Pioneiro, mas superficial

    Esse livro mereceu quatro estrelas, por ser muito bem escrito, e por seu pionerismo. Existe quase nada teórico para se ler à respeito do Humor. Gostei das perspectivas levantadas, porém, o livro é breve demais. Alguns tópicos são resolvidos em 4 ou 5 páginas, e mereciam mais exploração, além de faltar muitos outros assuntos para se falar. Valeu bastante a leitura. Um dia, pretendo escrever meu próprio ensaio sobre o humor, e vamos ver se me saio melhor que o Ricardo. ;)

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 21
    • 5 estrelas19%
    • 4 estrelas48%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas0%
    Ricardo Artur de Araújo Pereira profile picture

    Ricardo Artur de Araújo Pereira

    Filho de um piloto da TAP, Artur Álvaro Neves de Almeida Pereira, e de uma assistente de bordo, Emília Rita da Cunha Araújo Pereira, foi aluno de colégios de freiras Vicentinas, Franciscanos e Jesuítas até se licenciar em Comunicação Social e Cultural , na Universidade Católica Portuguesa. Seguiu-se o trabalho como jornalista, na redacção do Jornal de Letras, Artes e Ideias. De seguida tornou-se argumentista da agência de criadores Produções Fictícias, tendo sido co-autor de vários programas de sucesso do humor português, entre eles Herman 98 e Herman 99 (RTP, 1998 - 1999), Herman SIC (2000 - 2005), O Programa da Maria (SIC, 2001), Hermandifusão Portuguesa (RDP, 1999 - 2001), as crónicas Felizes para Sempre, no semanário Expresso e As Crónicas de José Estebes, no Diário de Notícias, entre outros. Por volta de 2003, depois das primeiras aparições na televisão, designadamente no programa de humor stand-up comedy, Levanta-te e ri, na SIC, e criando, já ao lado de Zé Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis, várias rubricas no programa de Nuno Markl, O Perfeito Anormal, na SIC Radical, dá arranque ao projecto Gato Fedorento, cujo colectivo se tornou uma referência do humor português contemporâneo. A equipa assinou várias séries do programa Gato Fedorento, na SIC Radical (Série Fonseca, Série Meireles e Série Barbosa), e depois na RTP1 (Série Lopes da Silva). Também na RTP1 apresentou Diz Que é Uma Espécie de Magazine em 2007, para de seguida voltar à SIC, com Zé Carlos, em 2008, e Gato Fedorento: esmiúça os sufrágios, em 2009. Na internet os humoristas mantêm o blogue homónimo, onde Ricardo Araújo Pereira assina as suas entradas com as iniciais RAP. Teve ainda várias aparições no programa de humor da SIC, Levanta-te e Ri, onde mostrou por várias vezes os seus dotes no stand-up. Escreveu semanalmente no jornal A Bola, escrevendo actualmente na revista Visão.[2] Na TSF integra o painel do debate Governo Sombra, com Pedro Mexia e João Miguel Tavares. Protagoniza ainda a rubrica "Mixórdia de Temáticas" na Rádio Comercial. As personagens de Ricardo Araújo Pereira, que encontram eco na actualidade política, desportiva ou social, destacam-se pelos tiques que «saltam» para a rua (como acontecia com as criações de Herman José) e são absorvidos em regime multi-geracional, alimentando campanhas publicitárias de sucesso. É co-autor do livro O Futebol é Isto Mesmo (ou então é outra coisa completamente diferente) e do disco O disco do Benfiquista, naturalmente. Compilou as suas melhores crónicas da revista Visão nos livros Boca do Inferno e Novas Crónicas da Boca do Inferno. Com Pedro Mexia realizou uma adaptação da peça de teatro Como Fazer Coisas com Palavras, do filósofo inglês John Austin, que também interpretou, no Teatro São Luiz em 2008. É casado com Maria José Areias, de quem tem duas filhas, Rita Areias de Araújo Pereira e Maria Inês Areias de Araújo Pereira. Gosta de afirmar que é o sócio nº17 411, do Sport Lisboa e Benfica, clube de que é adepto fervoroso. Foi militante do Partido Comunista Português, partido que veio mais tarde a abandonar. Continua, porém a afirmar-se como "Marxista não Leninista". Ricardo Pereira é ateu.

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    2 Seguidores

    Ricardo Artur de Araújo Pereira