Este livro (sabiam todos e sabia o autor) não podia deixar de ser escrito: ao atingir o alto grau de escritor do povo, de certa forma o romancista contraiu a dívida de suas revelações. É quase um compromisso dos que realizam. A grandeza da obra, a ressonância dela no espírito nacional justifica, sanciona e exige mesmo esse levantamento esclarecedor do passado. Aqui está Solo de Clarineta, as esperadas memórias de Erico Verissimo.






