Primeiro ponto, este é um livro que vai te dar aquele medinho gostoso, a história vai acontecer numa sexta-feira 13 a noite e num cemitério, já pensou você nessa data de boa voltando duma festinha, de repente seu pneu fura e o ponto mais próximo de ajuda é um cemitério, o que você faria? Detalhe, você não consegue trocar o pneu, seu celular tá sem área, e aí como você resolve isso?
Facil, vai pedir ajuda no cemitério, afinal, medo devemos ter dos vivos, não dos mortos!
E, é aí que alguns acontecimentos estranhos, começam acontecer, levando nossa protagonista a questionar o que é real, existiriam fantasmas? Bom, para descobrir só lendo o livro.
A história apesar da atmosfera sombria é tranquila, pois é um terror focado no público infanto-juvenil, o livro vem acompanhado de um libreto, que é a cereja do bolo, nesse material o foco são os cemitérios, se fala das arquiteturas, de alguns mortos ilustres, da história dos sepultamentos, alguns poemas com a temática, filmes e muito mais.
Um material super rico e que nos faz questionar a frase “Somos todos iguais quando chega a hora”, será mesmo, como é o endereço final daqueles com mais grana e dos mais pobres? É tudo sete palmo de
terra, acima e pronto? A verdade é que alguns possuem mausoléus outros…
A história do livro também resgata aquele terror bem brasileiro, afinal quem nunca ouviu uma história de assombração/fantasma? Quem aqui tem coragem de passar a noite em frente ao cemitério de boa?
Essa foi uma experiência nota 4.5, só não dei 5 pois queria mais.