Como vejo o mundo (Clássicos de Ouro) -

    Albert Einstein

    Nova Fronteira
    2017
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788520936740
    Português Brasileiro

    Albert Einstein é um dos mais memoráveis cientistas do mundo. Sua genialidade foi unânime, e seu nome, colocado no mesmo plano que o de Descartes, Galileu ou Newton. Em Como vejo o mundo, conhecemos o lado espirituoso, intensamente perceptivo e preocupado com a humanidade desse físico extraordinário. Einstein acreditava na possibilidade de um mundo pacífico e na missão da ciência de servir ao bem-estar humano. Com textos escritos entre 1930 e 1935, o livro aborda temas como o desarmamento, o respeito às minorias, e a relação da ciência com a religiosidade, que mantêm uma atualidade impressionante.

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    Atuante26/01/2010Resenhou um livro
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    Como Vejo o Mundo

    Como Vejo o Mundo – Albert Einstein: Neste livro, Einstein procura ressaltar seu ponto de vista sobre vários assuntos incluindo os problemas principais do homem, no campo social, político, religioso e econômico. O livro tem seus bons momentos, mas em outras partes, se é que posso assim dizer, não são tão boas, pois descamba para uma literatura muito técnica; O livro é composto de coletâneas, tornando público diversas correspondências trocadas com personalidades da época, ponto de vista, opiniões e argumentações, etc., e talvez por isso, tenha a inconstância que já descrevi, mas o livro tem ótimas passagens na qual me permito transcrever a seguir (foi essa passagem que despertou minha curiosidade da leitura dessa obra): “A pior das instituições gregárias se intitula exército. Eu o odeio. Se um homem puder sentir qualquer prazer em desfilar aos sons de música, eu desprezo este homem... Não merece um cérebro humano, já que a medula espinhal o satisfaz. Deveríamos fazer desaparecer o mais depressa possível este câncer da civilização. Detesto com todas as forças o heroísmo obrigatório, a violência gratuita e o nacionalismo débil. A guerra é a coisa mais desprezível que existe. Preferiria deixar-me assassinar a participar desta ignomínia.” Em se tratando sobre o sentido da vida, Einstein descreve: “Aquele que considera sua vida e a dos outros sem qualquer sentido é fundamentalmente infeliz, pois não tem motivo algum para viver.” Quanto à recomendação deste livro, posso afirmar que a leitura flui muito bem do início até a metade, ficando enfadonha da metade em diante, terminando melhor, sendo assim, classifiquei com nota 6,0 - Bom, mas reco­men­do com ressalvas. Newstein http://atuante.blogspot.com/2010/02/como-vejo-o-mundo.html

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