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    De Pessoa para Pessoa - O Problema de Ser Humano

    Carl Rogers

    Pioneira
    1978
    328 páginas
    10h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    28 avaliações
    Leram60Lendo18Querem139Relendo2Abandonos3Resenhas3
    Favoritos4Desejados139Avaliaram28

    Rogers, ao propor, em 1940, uma maneira diferente de abordar a psicoterapia individual, criou um método original, revolucionário, na época, que foi denominado de não-diretivo.A partir das experiências que ele e seus colaboradores acumularam tanto com a prática clínica quanto com a realização de estudos orientados pelo método científico, seu enfoque psicoterapêutico passou a receber diferentes denominações. Assim nasceu a Psicoterapia Experiencial ou Centrada na Pessoa.

    Resenhas (3)Ver mais
    Edson Bezerra picture
    Edson Bezerra20/06/2022Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Na compreensão de Rogers, "um livro estranho"; na de Stevens, um livro que não termina quando acaba. Livro despretensioso e que surpreendeu pelo sucesso alcançado à época de seu lançamento (1967), mantendo o estilo "para além da psicologia científica" de "Tornar-se Pessoa", sucesso de Rogers de 1961.

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    4.3 / 28
    • 5 estrelas46%
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    • 1 estrelas0%
    Carl Ranson Rogers profile picture

    Carl Ranson Rogers

    Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]

    21 Livros
    50 Seguidores
    Illinois, Estados Unidos

    Carl Ranson Rogers