A Morte Usa Gravata - Um réquiem para aqueles do escritório

    Brian A. Copolla

    Pandorga
    2017
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9788584421886
    Português Brasileiro

    Trabalhar num escritório nunca foi uma tarefa fácil e prazerosa, mexer com papéis o dia inteiro pode vir a se tornar estressante, pior ainda quando o escritório em que você trabalha é o da Morte, onde os óbitos nunca param de chegar. O trabalho de Morte é igual o de mãe, nunca acaba. O pior de tudo é que você já não pode ser demitido por falecimento, afinal, já morreu! Bem, mas nem só de tristeza e luto a morte vive, se não fosse por ela, Brian talvez nunca tivesse feito amizade com Sauro, que sem dúvida é a morte mais extravagante do ramo (e o mais folgado também). Sauro, como todo bom cidadão, odeia seu trabalho, vive fugindo das responsabilidades e chegando atrasado. Sim, isso mesmo, a morte tem vários funcionários, e sempre há vagas para novos candidatos! Então venha, deixe a gravata te enforcar, arrume seu paletó de madeira e junte-se ao serviço! Ou, pelo menos, se não conseguiu entender nada do que está acontecendo, dê uma pequena olhada no além, do outro lado da vida. Vamos, chegue mais perto, leia e descubra. Mas, tome cuidado, é só você se distrair que eles vão te forçar a ficar até depois do expediente!

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    Beatriz Andrade07/03/2018Resenhou um livro
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    Brian é um homem solitário e completamente metódico. Ele trabalha em um supermercado e não costuma sair de casa para ter algum lazer, é basicamente do trabalho para casa. Ele é muito apegado a bens materiais e gasta boa parte do seu dinheiro comprando coisas inúteis, mas a maioria de seu pagamento vai para as prostitutas que ele contrata diariamente, nem mesmo comida ele tem em casa - a não ser enlatados e coisas rápidas, claro. Apaixonado pela sua vizinha, ele nunca teve coragem de revelar seus sentimentos a ela, então sofre calado ao vê-la constantemente ao lado de seu namorado. Brian teve uma infância muito difícil e não conseguiu superar, sua mãe foi morta a facadas pelo próprio pai e ele presenciou. O trauma o acompanha desde então. Mas as coisas estavam prestes a mudar, logo logo ele teria um encontro marcado com a morte. Depois de um dia exaustivo no trabalho, tudo o que Brian queria era ir para casa descansar, mas seus planos foram interrompidos por um acidente de ônibus que o matou. Ao despertar, completamente atordoado, ele se depara com uma figura inusitada, Sauro, o homem estranho que estava no ônibus pouco antes do acidente. Sauro se apresenta como sendo a morte, explica ao Brian como ele morreu e diz ter uma proposta para lhe fazer. Sauro conta que estão precisando de mais pessoas para o serviço e quer recrutá-lo para trabalhar a mando da morte. A partir disto, a rotina de Brian muda completamente. Ele começa a estagiar e vai descobrindo coisas sobre a vida e a morte, quanto mais ele conhece mais dúvidas surgem. Sauro mostra tudo o que é preciso para ser uma ceifador e prepara Brian para o trabalho. Nessa sua nova jornada, Brian começa a se questionar sobre o porquê de nenhum ceifador tentar impedir a morte das pessoas, eles têm o poder em suas mãos, estão presentes nos piores momentos e não fazem nada; contudo, conforme passa a conhecer mais sobre o seu novo trabalho ele também entende que se interferir no destino de uma pessoa as coisas podem ser ainda piores. Leia a resenha completa lá no blog e saiba os motivos pelos quais o livro não me agradou > https://goo.gl/B7DqaJ

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