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    Antropologia Estrutural -

    Claude Lévi-Strauss

    Tempo Brasileiro
    1975
    424 páginas
    14h 8m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.1
    100 avaliações
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    Favoritos3Desejados337Avaliaram100

    Publicado originalmente em 1958, Antropologia estrutural reúne artigos do antropólogo Claude Lévi-Strauss, falecido no início de novembro de 2009, pouco antes de completar 101 anos. Neste volume, o pensador belga de origem francesa propõe um empréstimo das teorias estruturalistas de seu colega Roman Jakobson, linguista que conheceu nos Estados Unidos, para uma renovação no método antropológico. Na série de textos, Lévi-Strauss faz relações de seu campo com a linguística, a psicanálise e a arte, além de analisar o ensino da disciplina. O tom afiado do autor ganha expressividade na primorosa tradução de Beatriz Perrone-Moisés, cúmplice nesta empreitada de editar as obras de Lévi-Strauss no Brasil.

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    Alice Sodré01/03/2020Resenhou um livro
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    Antropologia

    Um livro importante pra quem quer se aventurar pelo caminho da antropologia

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    Claude Lévi-Strauss

    Lévi-Strauss nasceu em Bruxelas, em 1908, numa visita de seus pais, franceses, a Bélgica. Criador da antropologia estrutural, é um dos maiores intelectuais do século XX. Estudou direito e filosofia em Paris, nos anos 1930. Em 1934, recebeu o convite da missão francesa ao Brasil para a criação da Universidade de São Paulo, na qual, aos 26 anos, ocupou a cadeira de Sociologia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Durante sua permanência no país, fez expedições ao interior, entre os povos Bororo, os Kadiwéu e os Nambikwara, recontadas mais tarde no seu célebre livro Tristes trópicos (1955). Foi a partir desses estudos no Brasil que Lévi-Strauss tornou-se etnólogo. Durante a Segunda Guerra, partiu para o exílio nos Estados Unidos, como professor da New School for Social Research. Na sua volta à França, lecionou na École de Hautes Études em Sciences Sociales e no Collège de France. Publicou O pensamento selvagem (1962) e Antropologia estrutural (1958, 1973), cujo primeiro volume foi reeditado pela Cosac Naify em 2008, mesmo ano em que teve sua obra incluída na coleção Pléiade, da editora francesa Gallimard. Ao longo de 20 anos dedicados ao estudo dos mitos dos povos indígenas americanos, escreveu sua obra maior, a série Mitológicas (1964, 1967, 1971, 1974; Cosac Naify). Fundou o Laboratório de Antropologia Social e a revista L’Homme (1961). Em 1973, passa a fazer parte da Academia Francesa. Faleceu em 1º de novembro de 2009, poucos dias antes de completar 101 anos.

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