Esse foi uma grata surpresa. Vira e mexe leio novamente. Só 128 páginas que me fazem suspirar. Anne Gracie começa a estória de um modo que amei: Ellie está colocando sua filha de quatro anos Amy para dormir. Amy fará aniversário no dia seguinte, e questiona a mãe sobre o que acha que ganhará de natal. Naquele dia, um velha cigana prometera a Amy uma velha vermelha mágica, caso ela lhe desse uma dúzia de ovos e leite. Amy troca os mantimentos pela vela, e a ascende bem perto da janela. O que Amy pede? Que o pai volte. O que Amy não se lembra é que seu pai não valia nada, e que achava que só um filho homem teria valor. Ao morrer, ele deixou a esposa e a filha na miséria, obrigando-as a morar num chalé rústico, com um aluguel ridículo. Ellie se emociona com o pedido da filha, e fica pensando nas suas desventuras, quando escuta uma batida na porta: um homem estava desmaiado, com um ferimento na cabeça e pouco agasalhado. A partir daí começa as estórias de amor mais fofas de todas que já li em toda a minha vida de romântica AR. Juro pra vcs. E olha que eu já li muita coisa nessa vida. O senhor Bruin (urso, segundo Amy) tem o poder de conquistar qualquer coração duro. Simplesmente maravilhoso.