Only nine months after her debut as the fourth superhero to fight under the name Dreadnought, Danny Tozer is already a scarred veteran. Protecting a city the size of New Port is a team-sized job and she's doing it alone. Between her newfound celebrity and her demanding cape duties, Dreadnought is stretched thin, and it's only going to get worse. When she crosses a newly discovered supervillain, Dreadnought comes under attack from all quarters. From her troubled family life to her disintegrating friendship with Calamity, there's no trick too dirty and no lever too cruel for this villain to use against her. She might be hard to kill, but there's more than one way to destroy a hero. Before the war is over, Dreadnought will be forced to confront parts of herself she never wanted to acknowledge. And behind it all, an old enemy waits in the wings to unleash a plot that will scar the world forever.
Sovereign (Nemesis #2) -
April Daniels
Edições (1)
Ver mais[Gatilho: transfobia, violência, misgender, raiva] O livro oscilou bastante em sua narrativa, com partes interessantíssimas que eu devorava rapidamente e outras que eram puro tédio e eu precisava de toda a minha força para não pular as linhas. Mas se demorei a terminar a leitura foi por conta dos poucos, mas extremamente filhos da puta dos personagens que faziam da vida da Danny um inferno. No entanto, é um livro com protagonista trans e lésbica (e sagaz, com excelentes respostas e contra ataques dos vilões idiotas), tem também um super herói não binário transgênero, um super herói que conhece magia negro e uma super heroína deficientes e possivelmente bissexual/panssexual. Todos bem retratados e embora tenha destacado essa informações sobre os personagens, eles não se limitam a isso. Tenho do que reclamar? Jamais! Danny não tem dias fáceis neste livro - como não teve no anterior -, mas juntou uma equipe sensacional para combater o crime. O que inclui a detetive que a ajuda que é de ascendência asiática. 9 meses depois da batalha entre Dreadnought e Utopia, que deixou mortos e feridos e cicatrizes profundas, Danny precisa equilibrar o desenrolar da sua vida pessoal (emancipação dos pais abusivos), seu dever com a cidade com o surgimento de outro super vilão que tem ideias pra lá de fascistas. Sem contar suportar a transfobia da super heroína Graywytch, uma vaca TERF de marca maior que eu só queria que tivesse morrido no livro anterior ou sumido neste, mas nenhum dos meus desejos foram atendidos. E ela interferiu demais na vida de Dreadnought. Cretina desgraçada! O livro volta a tecer críticas quanto a família tóxica, transfobia, feminismo radical. E inclui nesta lista criticar o governo, não fazer vista grossa para a corrupção da polícia e do sistema judiciário e ainda descer o malho no fascismo. Também aborda as consequências que viver em uma família violenta pode ter numa pessoa já que Danny com e sem o manto de Dreadnought extrapola nos ataques de raiva e nem sempre são durante uma luta contra algum vilão. Gostei desse lado da personagem que April Daniel mostrou. E gostei de todas as críticas que ela fez. Foram pertinentes. Sobre os personagens, bom, eu amo a Danny, Doc Impossible e Calamity. São uns tesouros com nuances magníficas. Agora passei a amar Kinetiq e a advogada mais foda que Dreadnought poderia ter: Cecilia. Espero que todos estejam no terceiro e último livro da série Nemesis e todos sobrevivam ao final da épica batalha contra o inimigo que está se formando.
Estatísticas
Avaliações
3.7 / 3- 5 estrelas0%
- 4 estrelas67%
- 3 estrelas33%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%

