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    As Sete Mulheres de Barba Azul

    Anatole France

    SESI-SP
    2016
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-13: 9788582056684
    Português Brasileiro
    3.5
    9 avaliações
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    Barba Azul, conto de fada criado por Charles Perrault e que se diz inspirado na figura dúbia (senão infeliz) de Gilles de Rais, é recontado de forma ardilosa e galhofa por Anatole France. Talvez algum leitor sinta vontade de buscar informações sobre esse Gilles de Rais, também conhecido como marechal de Rais. Nós sentimos, e o que encontramos nos deixou desencantado. Nessa busca, deparamo-nos com resenha antiga (1841) publicada em francês; visando evitar que esse possível leitor passe pelo mesmo dissabor que sofremos, aqui a inserimos em tradução, na esperança de que lhe satisfaça a curiosidade. Nestas páginas encontra-se também em vernáculo a versão original do conto de Perrault. Pelo agrado que temos da arte tipográfica, reproduzimos ilustrações e vinhetas de publicações passadas, que, a par de adornarem o texto, propiciam aos leitores animados do gosto do desenho a oportunidade de dar-lhes mais vida, colorindo-as a seu bel-prazer.

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    Avaliações

    3.5 / 9
    • 5 estrelas11%
    • 4 estrelas22%
    • 3 estrelas56%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas0%
    Jacques Anatole François Thibault profile picture

    Jacques Anatole François Thibault

    Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 — Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês. De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc. Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris. Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896. Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

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    Jacques Anatole François Thibault