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    O Estado na teoria política clássica - Platão, Aristóteles, Maquiavel e os contratualistas

    Doacir Gonçalves de Quadros

    InterSaberes
    2016
    140 páginas
    4h 40m
    ISBN-13: 9788559721096
    Português Brasileiro
    3.8
    39 avaliações
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    Com base nas ideias dos principais pensadores clássicos da política, esta obra serve como um guia introdutório à teoria política clássica. Veremos aqui grandes nomes como Platão, Aristóteles, Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau e mostraremos como esses pensadores e suas propostas de reforma social e política influenciaram o governo da época em que viviam, defendendo formas de organizar o Estado politicamente para resolver conflitos de maneira harmônica e pacífica. Ao final desta leitura, você entenderá como essas ideias continuam válidas e atuais e por que esses pensadores seguem inspirando-nos.

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    Doney Corteletti Stinguel09/09/2025Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Lista de Livros: O Estado na teoria política clássica, de Doacir Gonçalves de Quadros

    “O cientista político canadense David Easton (Uma teoria de análise política, 1968), em seu livro Uma teoria de análise política, esclarece bem que a função do governo no âmbito político é receber os inputs sociais (as demandas) para, posteriormente, gerar os outputs (as decisões). O governo administra o Estado a partir do recolhimento das demandas e interesses provenientes dos grupos sociais que formam o todo social e processa as informações e as analisa para tomar as decisões. Depois de aprovadas as deliberações decorrentes do processo das demandas, as decisões tomadas passam a influenciar todos os membros da sociedade. Tal processo — administrado pelo governo — é designado como processo político e está presente em toda a sociedade, de modo que “Queiramos ou não, estamos submetidos a um processo político que penetra em todas as nossas atitudes, em toda a nossa maneira de ser ou de agir (Ribeiro, 1985, p. 21). Vale destacar que esse processo político a que estamos submetidos tem um caráter estritamente público e, além disso, se coloca como socialmente necessário. Explicamos por quê: é PÚBLICO no sentido de que o processo político serve como um instrumento para se formularem decisões de interesse geral, comuns, e, quando as decisões são tomadas pelos governantes, elas impactam o comportamento de todas as pessoas que fazem parte da sociedade; é NECESSÁRIO porque tem como função organizar politicamente a sociedade, uma vez que os diferentes interesses pertencentes aos mais variados grupos inseridos no interior da sociedade geram tensões e, consequentemente, conflitos de interesses. Na teoria política e na filosofia política, o ideal é que tais tensões e conflitos, muito comuns nas sociedades, sejam solucionados por mecanismos que atuem na canalização e pacificação desses problemas. Segundo os pensadores políticos clássicos apresentados neste livro, essa é a função do Estado.”

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