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    Haunting the Deep (How to Hang a Witch #2) -

    Adriana Mather

    Knopf Books for Young Readers
    2017
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: 0553539515
    3.1
    7 avaliações
    Leram1Lendo0Querem5Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados5Avaliaram7

    Samantha Mather knew her family’s connection to the infamous Salem Witch Trials might pose obstacles to an active social life. But having survived one curse, she never thought she’d find herself at the center of a new one. This time, Sam is having recurring dreams about the Titanic . . . where she’s been walking the deck with first-class passengers, like her aunt and uncle. Meanwhile, in Sam’s waking life, strange missives from the Titanic have been finding their way to her, along with haunting visions of people who went down with the ship. Ultimately, Sam and the Descendants, along with some help from heartthrob Elijah, must unravel who is behind the spell that is drawing her ever further into the dream ship . . . and closer to sharing the same grim fate as its ghostly passengers.

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    Queria Estar Lendo06/09/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Resenha: Haunting the Deep

    Haunting the Deep é o segundo livro da duologia de Adriana Mather, iniciada em How to Hang a Witch. Na obra, ainda sem publicação brasileira, Sam precisa lidar com os acontecimentos do fim do primeiro livro ao mesmo tempo em que começa a ter estranhos sonhos com o Titanic. Assim como em How to Hang a Witch, Adriana Mather se inspira na história da própria família para desenvolver Haunting The Deep. Depois de quase ser morta na floresta, ao lado das amigas, por uma das pessoas que mais amava, tudo que Sam quer é esquecer a magia e ser uma garota normal. E isso meio que funciona pelos últimos 6 meses. No entanto, quanto mais ela tenta ser normal, mais se afasta das descendentes e de Jaxon, seu melhor amigo. Além disso, ela não vê Elijah, o espírito que vivia em sua casa, desde o dia na floresta. E a ausência dele realmente machuca Sam. Mas quando o baile do colégio se aproxima, as coisas dão uma vira brusca. Sam começa a sonhar com o Titanic - que, coincidentemente, é o tema do baile. Agora, todo mundo está empenhado em aprender sobre o navio e seu trágico acidente. Mas como nada em Salem acontece ao acaso, os sonhos de Sam se tornam cada vez mais vívidos. Vívidos demais para serem apenas sonhos. E quando itens enfeitiçados começam a chegar na sua casa, aparentemente enviados pela parente que sobreviveu ao naufrágio, Sam e as descendentes logo desconfiam se tratar de um feitiço poderoso. E, mais uma vez, um que arrisca suas próprias vidas. Eu estava completamente ansiosa por esse livro. Simplesmente amei How to Hang a Witch e tinha certeza que ia amar esse, especialmente porque Haunting the Deep puxou um tema tão diferente como o Titanic. Mas não foi bem assim. Apesar da premissa ser muito interessante, da escrita continuar boa e de ser legal rever personagens que eu gostei tanto no primeiro livro, Haunting the Deep é um grande NÃO. E eu realmente não sei o que aconteceu. A história começou bem, mas a partir do momento que Adriana Mather começar a desenvolver o grande mistério, as coisas vão se perdendo. Eu entendo a relutância da Sam em aceitar a magia ou querer lidar com isso novamente depois de tudo que aconteceu na floresta. Mas em dados momentos, parecia que ela não tinha aprendido nada com o livro um. Além disso, dá para descobrir quem é o vilão do livro na primeiríssima aparição dele. Isso porque a autora insere novos personagens na história, mas apenas um deles parece não ter papel ou motivo para estar ali. Ainda assim, ela insiste em escrever cenas exclusivamente para que ele possa aparecer na história. Cenas que não tem nenhuma outra razão para estarem ali além de manterem ele vivo na nossa mente. Também acho que é um pouco por esse motivo - ser tão fácil descobrir quem é o vilão - que a história ficou andando em círculos. Sam e as meninas nunca saiam do lugar a respeito de descobrir a identidade do vilão. Em vez de criar uma linha de investigação onde as respostas viessem aos poucos, a autora criava obstáculos bobos para impedir as meninas de descobrirem a identidade dele - e também para não repetir a mesma fórmula do primeiro livro. A resposta é uma poção mágica? Então a pessoa que tem ela não vai entregá-la e vai ser impossível de fazer outra porque as ervas não crescem nessa época do ano! A pessoa que viu o futuro nas folhas de chá sabe o que está acontecendo, mas não vai contar porque não quer! O nome do vilão vai estar nos registros da cidade, então um fantasma rouba eles antes de Sam e Elijah chegarem lá! E todas as cópias digitais! E não tem nada na internet! É tudo muito conveniente. Inclusive a burrice dos personagens. Uma das coisas que mais odeio nos livros é quando o autor "emburrece" o personagem em prol do plot. As coisas estão debaixo do nariz do personagem, mas ele não vê porque... É conveniente para o plot. As meninas desconfiaram de absolutamente todo mundo, menos do vilão - o que só serviu para reforçar que era ele sim. Fora isso, ainda voltamos para o triângulo amoroso que, aparentemente, tinha ficado resolvido no primeiro livro. Mas, aqui, a autora volta a insistir nele por nenhum motivo aparente além de tornar o livro mais irritante. E para fechar com chave de ouro, a motivação do vilão não faz sentido. Não sentido o que ele estava fazendo e o porque - é infantil, bobo e não vale o esforço. Qual o ponto final de fazer o que ele estava fazendo? A motivação para o interesse na Sam também não faz sentido e a autora sequer tentou explicar. E não vou nem entrar no detalhe de que quando acabei a leitura, várias cenas ao longo de Haunting de Deep não fizeram sentido e não se ligaram ao fim da história. Eram coisas que estavam lá só por estar. Por exemplo: todas as vezes em que ouvimos sobre os passageiros do Titanic. Eu total entendo que a autora se sinta na obrigação de relembrar as pessoas que perderam a vida no acidente. Especialmente aquelas que ficaram presas na terceira classe e nem mesmo tiveram uma chance de tentar se salvar. Porém, ela não soube costurar isso tão bem com a história e ficou parecendo uma lição escolar, didático demais. Não coube exatamente na história que ela construiu, da forma que construiu. Enfim, eu já falei um monte, então vou resumir para quem achou longo demais: Haunting the Deep foi uma continuação decepcionante. A história correu em círculos, podia ter 100 páginas a menos, a motivação para a história em si foi fraca e nada foi bem desenvolvido ou pensado. Fiquei tão decepcionada que desisti de buscar pelos outros livros da autora. Embora eu indique muito How to Hang a Witch, Haunting the Deep simplesmente não funcionou.

    17 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.1 / 7
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas0%
    Adriana Mather profile picture

    Adriana Mather

    Adriana Mather is the 12th generation of Mathers in America, and as such her family has their fingers in many of its historical pies – the Mayflower, the Salem Witch Trials, the Titanic, the Revolutionary War, and the wearing of curly white wigs. Also, Adriana co-owns a production company, Zombot Pictures, in LA that has made three feature films in three years. Her first acting scene in a film ever was with Danny Glover, and she was terrified she would mess it up. In addition, her favorite food is pizza and she has too many cats.

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    Adriana Mather