Terminei a audição do livro, “Língua Portuguesa – Novo Acordo Ortográfico”, lançado em 2013 pelo autor Rubens Souza.
Ao contrário do que muitos pensam, o Novo Acordo Ortográfico não é novo, foi assinado em 1990, entrou em vigor em Portugal em 2009 e aqui no Brasil tornou-se obrigatório em 2016.
A razão do Acordo é fortalecer a Língua Portuguesa no mundo, fortalecer a literatura, favorecer o acesso e o comércio de livros entre as 250 milhões que falam português no mundo (200 milhões só no Brasil).
O nosso alfabeto ganhou mais três letras oficialmente, porque desde que eu me entendo por gente, já a utilizávamos, “K, W e Y”, agora são 26 letras oficialmente.
O acento diferencial deixou de existir, por exemplo, “para (pára, não existe mais), pelo (pêlo, não existe mais)”.
As palavras “voo, enjoo, assembleia, alcateia, androide”, são todas sem acentos agora, “feiura e bocaiuva”, também não são mais acentuadas.
No que se refere ao hífen, houve várias mudanças, “micro-ondas, micro-ônibus, inter-racial”, dentre outras. O trema foi extinto de nossas vidas, mas a pronúncia continua igual, “linguiça, (lingüiça, não existe mais)”.
O ideal é ler um livro, ou uma gramática já adaptada ao Novo Acordo Ortográfico e escrever bastante.