Pensamento Filosófico (Abordagens Filosóficas em Educação) - um enfoque educacional

    Luiz Gonzaga Godoi Trigo

    Intersaberes
    2013
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788582126783
    Português Brasileiro

    A filosofia é essencial para que possamos compreender a vida em sociedade. Contudo, você saberia explicar qual, de fato, seria sua contribuição no cenário educacional? Partindo desse questionamento, esta obra traz informações significativas sobre os princípais períodos filosóficos que acompanharam a história da humanidade, delineando suas maiores influências na área de pedagogia. Ideal para pais, educadores e demais profissionais da área escolar, Pensamento filosófico: um enfoque educacional comprova - sob o ângulo filosófico - que a educação é a única possibilidade plena de socialização e formação integral do ser humano.

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    Lista de Livros: Pensamento Filosófico, de Luiz G. G. Trigo

    “Todo povo que alcança um certo grau de desenvolvimento encontra-se naturalmente inclinado a praticar a educação.” (Werner Jaeger). * “Para Paulo Freire, vivemos em uma sociedade dividida em classes, sendo que os privilégios de uns impedem que a maioria usufrua dos bens produzidos, inclusive a educação. Refere-se então a dois tipos de pedagogia: a pedagogia dos dominantes, onde a educação existe como prática da dominação, e a pedagogia do oprimido, que precisa ser realizada, na qual a educação surgiria como prática da liberdade. O movimento para a liberdade deve surgir e partir dos próprios oprimidos, e a pedagogia decorrente será “aquela que tem que ser forjada com ele e não para ele, enquanto homens ou povos, na luta incessante de recuperação de sua humanidade”. Vê-se que não é suficiente que o oprimido tenha consciência crítica da opressão, mas, que se disponha a transformar essa realidade; trata-se de um trabalho de conscientização e politização. A pedagogia do dominante é fundamentada em uma concepção bancária de educação (predomina o discurso e a prática, na qual quem é o sujeito da educação é o educador, sendo os educandos comparados a vasilhas a serem enchidas; o educador deposita “comunicados” que estes recebem, memorizam e repetem), da qual deriva uma prática totalmente verbalista. Dessa maneira, o educando, em sua passividade, torna-se um objeto para receber paternalisticamente a doação do saber do educador; sujeito único de todo o processo. Esse tipo de educação pressupõe um mundo harmonioso, no qual não há contradições, daí a conservação da ingenuidade do oprimido, que, como tal, se acostuma e acomoda no mundo conhecido (o mundo da opressão) e eis aí, a educação exercida como uma prática da dominação.” * Mais do blog Lista de Livros em:

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