Ética Para Viver Melhor - Diferentes Atitudes Para Agir Corretamente

    C. S. Lewis

    Editora Planeta
    2017
    264 páginas
    8h 48m
    ISBN-13: 9788542210521
    Português Brasileiro

    Reflexões sobre ética com C.S. Lewis “[...] a clareza cristalina de seu pensamento muitas vezes o capacitava a ir além dos limites de seu tempo e atingir o cerne de questões que preocupam homens e mulheres de todas as eras. Esperamos que você encontre exemplos desse fenômeno neste livro.” DOUGLAS GRESHAM, IRLANDA, 1996. Com uma abordagem original, C.S. Lewis propõe ao leitor de Ética para viver melhor reflexões sobre crenças e opiniões infundadas que para ele são a causa de grande parte dos males do século XX. Escrita entre 1940 e 1962, esta coletânea de ensaios revela, além da lógica e do brilhantismo de Lewis, toda sua sabedoria acerca de preocupações éticas, morais e religiosas sempre atuais. Com discussões que vão desde a relação entre Deus e a filosofia até questões que tratam de democracia e igualdade, os ensaios aqui reunidos possibilitarão ao leitor reflexões que somente um escritor como C.S. Lewis é capaz de proporcionar.

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    Renata Guarnieri picture
    Renata Guarnieri07/12/2021Resenhou um livro
    0.5 (Muito ruim)

    Não é porque C. S. Lewis é um pensador famoso que vou concordar com todas as visões de mundo dele. Em alguns capítulos não achei tão vanguardista e, inclusive com uma visão um tanto conservadora para um filósofo. Ainda que nos coloquemos à época da escrita do livro, vejo algumas passagens conservadoras demais. Mas várias partes do livro, apesar de sua idade, encaixam-se perfeitamente ao que estamos vivendo atualmente, no ano de 2021. Nos faz pensar que muitas pessoas não evoluíram, não aprenderam com o passado, não aprenderam com a história da humanidade, com o que deu certo e o que deu errado. Em algumas partes acho que ele joga com extremos, por isso suas análises podem ter sentido, ou tem tudo ou não tem nada como nos exemplos da educação e as matérias que são mais empáticas para alguns alunos, o que ele chama de ensino “democrático”. Ou as tem ou não as tem, o meio termo não existe. Em várias partes vejo o autor sendo influenciado pela religião, fica claro que suas conclusões são obtidas por meio da religião. Acredito que ele caia em contradição no que ele mesmo diz anteriormente. “E, se a conclusão a que cheguei acaba por satisfazer uma paixão em mim, aí minha suspeita deve se transformar em certeza moral”. Em resumo, não gostei.

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